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foto: dinheirovivo.pt |
1. Miguel
Oliveira, CEO da Edigma, aquela empresa que declarou guerra ao comando de
televisão – lembram-se? –, e que respondeu, sem rodeios e, principalmente, sem
medos e uma grande vontade de triunfar, à Samsung, ‘dando-lhe o "táctil do futuro" pela mão da
tecnologia Skin Ultra, é um antigo
escuteiro no agrupamento 666 de Caldas das Taipas. E um bairrista que sabe
olhar para o futuro das Taipas e tudo à volta. Com os olhos de quem sabe
inovar!
Concedeu
uma entrevista ao jornal Reflexo, na sua última edição. Que tem que ser lida
com toda a atenção. Pelo seu olhar e pela forma como defende as Taipas. E também
porque, vai lá saber-se porquê, por Guimarães ninguém quer olhar para o
excelente trabalho do Miguel Oliveira.
(Eis um
exemplo de como Miguel Oliveira se posiciona no dia-a-dia: “só com trabalho se
conseguem as cosias que mais valorizamos. Isso eu aprendi nas Taipas desde
muito cedo”).
2. Sem
medo das palavras conclui Miguel Oliveira “que as Taipas é um excelente local
para desenvolver o espírito empreendedor”. Mesmo tendo consciência de que “as
Taipas e a região norte em geral, atravessam uma situação grave de incapacidade
de gerar e reter valores”.
Daí o
apontar de um caminho: nos dias que correm “as regiões, as cidades e as vilas,
como as Taipas, têm de ter capacidade de se reinventar em permanência, como se
fossem um ecossistema de vida”.
E a vila
termal “tem, neste momento, a enorme vantagem de estar integrada numa região
que tem uma das mais ativas e dinâmicas universidades do país e que tem formado
gerações de jovens”. Ou seja, o também fundador do jornal Reflexo, aponta o
dedo para o caminho de futuro que tem que ser trilhado a partir das Taipas.
Claro que
mostra o que permite abrir esse caminho: “a boa notícia é estarmos no meio,
equidistantes dos dois polos da Universidade do Minho de Braga e Guimarães e já
aqui temos instalado o Avepark, o 3B’s – o único centro de excelência em
Portugal”.
Ah!, “a outra
boa notícia é que isto pode ser feito das Taipas para o mundo”.
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foto: dn.pt |
3. Sobre a
criação do Avepark, o antigo escuteiro do agrupamento da Caldelas, também não
tem dúvidas: “foi uma excelente iniciativa e é uma parte integrante do
organismo vivo que poderá contribuir ativamente e decisivamente para colocar as
Taipas e a região na economia do conhecimento”.
Curiosa
esta sua afirmação: “o Avepark, no fundo é um “segundo rio”, que passa aqui nas
Taipas e cabe-nos a todos nós rentabilizar ao máximo o investimento efetuado”.
E justifica: “Esse rio a que chamo Avepark pode contribuir decisivamente para
nos levar para mares nunca antes navegados, gerar riqueza e criar novos
empregos”.
Nora final
– Como presidente do Gabinete de Imprensa de Guimarães tive o grato prazer de
conhecer o Miguel Oliveira no 10º aniversário do jornal Reflexo. Desse belo
momento que decorreu no parque das Taipas, não só gostei do (novo) sítio de
internet do jornal, apresentado nesse momento festivo pelo Miguel Oliveira, como
admirei o seu olhar no futuro. Confirmado pelo sítio da internet da CEC 2012.
O presente
está a (re)confirmar o olhar atento do Miguel Oliveira.