Mostrar mensagens com a etiqueta olhar local; olhar no futuro da região. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta olhar local; olhar no futuro da região. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Ainda pensas que és uma joia em bruto?

É ainda mais difícil encontrar lixo debaixo de um tapete se o tapete for voador.
Pedro Santos Guerreiro, Expresso, 19.02.23

Parece que “os bracarenses perdem 89 horas por ano nas filas de trânsito” leio no Diário do Minho (20.01.20). Talvez tal realidade, má com toda a certeza, tenha a ver com o facto de Braga ser a terceira cidade portuguesa com mais congestionamento no trânsito.
Bolas! Braga com tantas horas perdidas nas suas ruas pelos seus cidadãos! Com os bracarenses perdidos no trânsito – três dias só em 2019?
Será por isso que a cidade dos arcebispos é a terceira cidade portuguesa?
Ah! Braga “regista o maior aumento de preços na habitação”.
E é, agora, a dona do terceiro lugar – depois de Lisboa e do Algarve.

Está difícil ser bracarense, não está?

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Regresso às cinzas

A grandeza da democracia é que se pode conviver com as contradições.
Bernardo Carvalho, Ípsilon, 15.09.25
Ponto prévio: Não conheço pessoalmente António Marques, mas sei muito bem que é um senhor que tudo faz para tirar do rascunho da sebenta a realidade industrial e comercial do minho. Claro que sei que António Marques é presidente da AIM.

1. Os incentivos que o governo está a lançar na economia não servem para a região do minho. São penaltis que saem a 30 metros da baliza, diz o senhor presidente da associação industrial do minho (AIM).
Caramba! Que afirmação! 30 metros da baliza?

2. Senhor presidente da AIM, tem (quase) toda a razão: as empresas minhotas são, de certeza absoluta, “as que têm a maior taxa de cobertura das importações pelas exportações”.

3. Caro senhor António Marques não só tem razão quando diz que “os apoios financeiros vão para o sul e não para as empresas que mais exportam”, como, sim!, o nosso consumo não vai desequilibrar as exportações; “estamos a dar cama, mesa e a roupa lavada”.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Viajando em transportes públicos

Abandonarei o ruído a mandíbula
Das cidades
Casimiro de Brito, in Nem senhor nem servo
1.Como seria o cenário de municipalização dos transportes se eles fossem colocados ao serviço da sustentabilidade social, económica e ambiental?
2. Poderia garantir a articulação da rede de transportes públicos, criaria uma tarifa única suportável pelos utentes e aumentaria o envolvimento dos munícipes?

Estas duas perguntas que Carlos Gaivota coloca no seu trabalho – desenvolvimento sustentável e transporte público urbano – publicado na edição de agosto do jornal le Monde diplomatique, devem fazer-nos (a todos) pensar. Mas, a nós vimaranenses, abertos à extraordinária realidade que será a capital verde, muito mais. Desde logo, porque, como se pode ler neste trabalho: “as estatísticas de saúde comprovam o aumento do número de óbitos por doenças respiratórias, e outras causadas pela excessiva carga dos elevados volumes de circulação automóvel nas cidades”.
Daí que, como também é vincado, as “cidades habitáveis e saudáveis” são a grande prioridade.
Do futuro; do presente e, portanto, das politicas de proximidade que os dirigentes políticos têm que ter entre mãos sem medo de as implementar.
Em suma, e é isso que – por aqui e agora –, importa valorizar: “Para haver sucesso e concretizar esta política pública de sustentabilidade, a vontade política é um fator preciso e objetivo. Está nas mãos do governo da autarquia”.
Sim! Eu acredito inteiramente que isso será uma realidade vimaranense.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Futuro promissor

Toda a nudez é de olhar a prumo
Vasco Ferreira Campos, in A Voz à Chuva

A semana europeia da mobilidade volta a ser vincada, isto é, levada a sério, em Guimarães. Aleluia!
Esta iniciativa que decorrerá entre os dias 16 e 22 do mês em curso – caramba! – terá a promoção e apoio da candidatura de Guimarães a Capital Verde.
Já sei que a minha memória já não é o que era, mas ainda recordo de ter andado, como responsável pelo departamento de ambiente da Junta de núcleo de Guimarães do CNE, com um grupo de jovens escuteiros no apoio a técnicos municipais [foi um prazer trabalhar com Rui Castro] na última semana da mobilidade europeia celebrada na minha cidade.
Mas que posso mais dizer? Sei lá!, já abandonei os escuteiros há tanto tempo!
Bem, dir-me-ão, mais vale tarde do que nunca! Com toda a certeza!; com certeza.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Tempo (que) volta para trás

Trabalhamos entre as certezas. Sem nunca deixarmos apanhar pela ilusão de que estamos no caminho certo. É um lugar com que o poder tem muitas dificuldades em se relacionar.
João Fiadeiro, Ípsilon. 15.06.19
E o estacionamento aqui na minha rua; mesmo ao lado do multiusos de Guimarães? Um espanto!
Há carros em segunda, terceira linha; sei lá que mais linhas. É só passar e analisar!
Há quem queira sair de casa e o faça com dificuldade; há quem queira passar na rua e fique obstruído; parado.
E isto todas as noites; mas à sexta e sábado à noite…
É verdade que, algumas vezes se vê a polícia por cá; já vi quando saio de casa para a minha corrida, mas isso é ao fim de tarde, quando só um ou outro carro (quase sempre de passagem rápida para uma compra ou um café) está fora do sítio.
Mas, sejamos clarinhos, como há de ser o futuro: também nisto temos que ser uma cidade que se quer verde.

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Ícone incontornável

É tão triste no outono concluir quer era o verão a única estação
Ruy Belo
foto: pressreader.com
À entrada da velha fábrica de calçado Campeão Português, um cartaz em tamanho XXL garante: o conforto voltou”, pode ler-se no semanário Expresso (Economia) do último sábado onde se pode ler ainda que por ali está prometida nova vida.
Se for verdade o que José Ferreira afirma – um volume de negócios de 12 milhões de euros em 2020 na Campeão Português –, só posso dizer que é “a segunda vida” daquela casa; uma bela vida se deseja.
E sei muito bem quem ficará vestido de felicidade com tamanha novidade!

sábado, 25 de julho de 2015

Boa novidade

A sede do grupo Polopique virá para Guimarães, onde, aliás, será criada uma nova unidade de fiação; num investimento de 10 milhões de euros.
É uma boa notícia para Guimarães, não é?

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Construtor de ações

É muito importante estar aberto para os inimigos, foi isso que aprendi com a minha cadela. Só que, ao invés dela, eu não procuro marcar território, mas justamente o inverso: atacar aqueles que erguem muros, muralhas, muretes e morais.
André E. Teodósio, E, 15.06.06
Famalicão, Braga e Guimarães contribuíram com 6.488 unidades para a redução de 45 mil desempregados nos 86 concelhos da região norte, pode ler-se no Diário do Minho, edição do dia 18.
É um texto do Joaquim Martins Fernandes que nos diz também que “os números avançados pela Comissão de Coordenação colocam Guimarães no ranking dos que mais combatem o desemprego”.
Claro que fico contente por ver a minha região em crescimento, mas o crescimento de Guimarães…

sábado, 20 de junho de 2015

Um dia, talvez um dia destes, vou celebrar-te

Por definição constitucional, o Presidente da República (PR) representa a República Portuguesa, é garante da independência nacional e da unidade do estado. Nessa perspetiva, o PR deveria presidir, anualmente, às cerimónias do 24 de junho, em Guimarães, no cumprimento da mais importante função do estado.
Narciso Machado, Público, 15.06.10

Eu, vimaranense (quiçá distraído) que não acredita, nunca acreditei, em centralismos, e correndo o risco de ser lírico, só posso perguntar: agregar para dominar?
Não? Não foi sempre esta disparatada ideia centralista nascida depois de o senhor Afonso ter entrado em Lisboa ainda vestida de chusmas de vontades mouriscas?

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Sempre há ligações

O criador do espelho envenenou a alma humana.
Fernando Pessoa, in Livro do Desassossego
foto: publico.pt
Se o desenvolvimento do nosso país fosse devidamente planeado e projetado, tendo como fator determinante apenas e só o interesse das populações e o interesse nacional, a solução mais racional seria a ligação entre o Ave Park e a autoestrada num nó de acesso na zona Brito/Taipas, que deveria existir, mas não existe.
Torcato Ribeiro, reflexodigital, 15.06.04
Neste percurso da denominada via de ligação ao Avepark já sabemos que não podemos contar com o bom senso do município, pelo que resta apelar à CCDRN e ao governo, tendo sempre em Bruxelas um último, mas esperançoso recurso.
José Cunha, Idem

Sim, a ligação ao Avepark ainda não une os vimaranenses.
Sim, o presidente de câmara de Guimarães tem razão ao desejar a maior união à volta de uma ligação que já devia existir há muito, mas que (vá lá saber-se porquê!) ainda só existe na discussão de traçados quando pela via já devia circular o futuro.
Sim, enquanto se discutem traçados de via (dedicada ou não) há empresas que se agitam com medo de dias negros do futuro; prontinhas a levantar voos para outras paragens. Com melhores acessos, pois claro!
Sim, o futuro sempre foi construído por e com todos; mesmos os que, no passado, tiveram a coragem de ousar nos caminhos de ligação aquele que era uma referência dos parques de ciência e tecnologia.
Mas, como sempre acontece na história dos homens (da Humanidade, claro!) ter razão antes do tempo é perigoso.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

As crónicas da RUM

A vida é muito mais imperialista do que eu.
Carmo Afonso, E, 15.04.11
foto:uminho.pt
Domingos Bragança, também (já) tem a sua crónica da Rádio Universitária do Minho (RUM).
Não gosto nada!
E não é por ser o presidente de câmara de Guimarães, não!
Percebo a lógica da entrada na rádio universitária de Bragança, mas não concordo. Sei muito bem que Ricardo Rio já tinha, antes de ser presidente de câmara, a sua crónica naquela estação. E continua com esse espaço, mesmo sendo presidente do município bracarense.
Respeito, obviamente, o critério da RUM, mas preferia nem ouvir Domingos Bragança nem Ricardo Rio. Pelo menos no espaço no início da manhã com repetição ao final de tarde.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Competências certas II

O Portugal futuro é um país
aonde o pássaro azul é possível.
Ruy Belo, in orla marítima e outros poemas
 foto: cm-guimaraes.pt
Acontecimento da (última) semana em Guimarães: a presença do subsecretário das Nações Unidas e reitor da Universidade das Nações Unidas, David Malone, na cidade-berço, mais concretamente na (antiga) zona velha da cidade: Couros. Para a inauguração, em Portugal – ali juntinho ao campus de Couros da Universidade do Minho –, da unidade operacional em governação eletrónica das Nações Unidas.
Como vimaranense estou felicíssimo.
Como português sinto-me vaidoso.
Como cidadão de um mundo cada vez mais pequeno só posso dizer: obrigado Guimarães pela “disponibilidade e comprometimento”.

Uma pequena nota de rodapé: caro Domingos Bragança obrigado pela teimosia. Outros chamar-lhe-ão outra coisa; eu prefiro vincar o olhar de quem não tira os olhos do futuro.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Território da experiência

Um calendário na mão e tenta orientar-te e não é essa a forma, não é esse o entendimento.
Gonçalo M. Tavares, in animalescos
Amanhã não poderei, com o imensa pena, estar presente na sessão – ali mais abaixo, no laboratório da paisagem – da apresentação do programa preliminarecovia de Guimarães” e do “plano de ação da promoção da bicicleta” no concelho de Guimarães.
Pela novidade, pela vontade mudança de mentalidades e pela coragem de ser e fazer diferente não poderia deixar passar em claro esta iniciativa com o dedo do vereador Amadeu Portilha, confesso que fico com pena. Conforma-me saber que os utilizadores da bicicleta estarão em peso. É que é a primeira vez que poderão ouvir (e sentir) o que sempre almejaram para o seu território.
Assim, não duvido que a ecovia de Guimarães será um “projeto emblemático e estruturante na construção de um novo nível de exigência para consolidar o estatuto de Guimarães como cidade de excelência”.
Em suma, enaltecendo a decisão da autarquia vimaranense, não posso deixar de endereçar parabéns ao Alcino Casimiro, primeiro presidente da Ave; lembro muito bem da apresentação da sua ideia da ciclovia em Guimarães há uns anos atrás.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

História verdadeira

A vida é uma luta de todos contra todos.
Milan Kundera, in A Festa da Insignificância
As fases finais concentradas dos campeonatos nacionais universitários (CNU 2015) trarão até Guimarães cerca de 2.300 jovens universitários de todos o país.
Excelente!
Passando ao lado da qualidade – indiscutível – das instalações desportivas que povoam o território vimaranense, importa, fundamentalmente, registar o facto notável de que tal só é possível, porque há, em Guimarães, espaços. De qualidade.
Ah!, por via de algumas dúvidas que possam surgir ali de uns certos espaços da praça mais central – contra o sol ou do lado da sombra –, registo (com prazer) as palavras do vice-presidente da câmara de Guimarães, Amadeu Portilha, na conferência de imprensa de apresentação destes campeonatos: [Guimarães e Braga] “são duas cidades vizinhas, duas cidades que querem fazer destes os melhores CNU”.

Nota de rodapé: os jogos em Guimarães terão lugar em sítios como a UM, em Azurém, Taipas (pavilhão co CART), e, claro!, a cidade desportiva. É muita fruta!
A sombra, no Toural, já nem as bandeiras agita. 

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Boas novas além da dança de cadeiras loucas

O lema que hoje mais requere definição de um espirito é o de criador de indiferenças.
Fernando Pessoa, in Livro do Desassossego
No mar bravio, frio e agitado, cada vez mais à deriva, como é o país de Barreiras, Soares, Portas, Passos e Cavacos vão surgindo noticias que nos fazem acreditar que o futuro pode ser um pouco menos violento do que o desenhado por estes senhores; noticias que nos garantem que amanhã estará alguém à nossa espera para nos (tentar) ajudar a viver com mais dignidade.
Reparemos nesta; tão simples: a associação de Psicologia da universidade do Minho deverá (arrisco escrever: será) uma (muito boa) realidade a breve prazo. Quem o diz é a presidente da Escola de Psicologia da UM, Isabel Soares.
Primeira constatação: a câmara de Guimarães – que é (será) um dos parceiros da associação – já disponibilizou espaço no seu centro, para instalar a APSI.
Segunda constatação: Guimarães, como sempre, continua atenta a quem pode arriscar precisar de ajuda por culpa dos Barreiras, Soares, Portas, Passos e Cavacos, ao mesmo tempo que está atenta (não, não me enganei na repetição; o pleonasmo existe em português; para reforçar a força das ideias) a quem “pode prestar serviço à comunidade do município vimaranense”.
Terceira constatação: os vimaranenses só podem agradecer a quem ajuda a ultrapassar as dores que Barreiras, Soares, Portas, Passos e Cavacos causam.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Problema de protagonismo

Há uma erudição do conhecimento, que é propriamente o que se chama erudição e há uma erudição do entendimento, que é o que se chama cultura. Mas há também uma erudição da sensibilidade.
Fernando Pessoa, in Livro do Desassossego
foto: cm-guimaraes.pt
Diz José Bastos que a orquestra de Guimarãesconstitui um bom exemplo da estratégia da autarquia no incentivo à criação artística”. E que ela é também “uma resposta para um conjunto de jovens talentos das várias escolas de música da região”.
Estou completamente de acordo com o vereador da cultura na autarquia vimaranense; é fundamental que exista no território vimaranense uma estrutura que potencie o talento dos jovens.
Estou também certo que o vereador José Bastos está de acordo comigo se eu escrever que nós vimaranenses já devíamos saber quais são as outras possibilidades para ‘ocupar’ outros jovens com talento; e há-os muito bons noutras áreas musicais (e não só).
Sim, eu sei!, vai acontecer um dia, quando as bandas de garagem tiverem o seu espaço…
Sim, eu sei, no verão e em Barco, já se vai vendo algo…

sábado, 11 de abril de 2015

Contra o esquecimento

Não pode haver equilíbrio físico num espaço em que todas as coisas são medidas em dinheiro.
José Pires da Cruz, 2, 15.03.08
foto: sol.pt
Finalmente! A GNR de Lordelo vai ter uma casa; nova.
Boa Miguel Larangeiro!
Anabela Rodrigues percebeu que existem “deficientes condições” onde os homens da Guarda estão e reconheceu o “deficiente estado de conservação”, bem como a falta de espaço para coisas tão naturais para “atendimento” e “apoio à vítima”.
Espera-se, agora, que a senhora ministra da Administração Interna não se esqueça da resposta que deu ao deputado vimaranense e não deixe seguir para as calendas gregas  as palavras feitas promessa.

quarta-feira, 8 de abril de 2015

A culpa mata os amantes

É mau existir no chão aquilo que ilumina.
Gonçalo M. Tavares, in animalescos
Escreve Ascenso Simões (i, 15.03.23) que há que reagrupar os municípios. Ninguém consegue encontrar as razões que estiveram na base da consagração da nomenclatura das unidades territoriais.
Escreve António Cândido de Oliveira (Diário do Minho, 15.03.25) que apesar de “mortos”, os distritos são poderosos. É através deles, como alguém lembrava numa palestra na semana passada, em Braga, que se elegem os deputados para a Assembleia da República.
E Ascenso Simões diz (i, 15.03.23) que há que voltar a fazer coincidir os círculos e os subcirculos eleitorais com os distritos e com as NUT III.
Ah! António Cândido de Oliveira (Diário do Minho, 15.03.25) também escreve que há dois “distritos” Braga A e Braga C. A pergunta põe-se naturalmente. Que vantagens houve em dividir o distrito de Braga em dois?

E o povo deste imenso (e fundamental território) de entre o Cávado e o Ave o que diz?
O mesmo povo que sabe que a região do Ave é a que, a norte, domina a economia, mais empregos cria e que mais exporta.

Então, mais do que injetar fantasmas em corpos mortos, não será vantajoso “reagrupar os municípios”, fazendo, por exemplo a grande cidade do Ave?

E que tal seguir (mesmo) em frente e aprovar aqueles círculos eleitorais – como é mesmo o seu nome?

domingo, 15 de março de 2015

Revolta seguinte

Sinto um fim de doçura súbito na alma.
Fernando Pessoa, in Livro do Desassossego
Assiste-se a uma dinâmica no Teatro – perdão, é com H! – Circo que começa a enervar. A enervar não, temos que ser realistas, a fazer inveja.
Com calma e sem leituras perversas (ou enviesadas), a verdade é que o Theatro Circo de Braga começa a dar sinais que vai de vento em popa.
Eu gosto de Braga, e não tenho medo de o dizer, mas como vimaranense, começo a olhar de lado para este crescimento de importância.
Sei muito bem quem o dirige, programa e faz coisas lindas. Já o fez em Famalicão!
Mas quero ver (mais) coisas lindas em Guimarães.

quinta-feira, 12 de março de 2015

Longa marcha

Existe a meta, mas não existe o caminho.
Franz Kafka

Na semana nacional para o crescimento verde foi entregue um selo de cidade inteligente a Guimarães.
Cidade inteligente, Guimarães?
Ena! E quem se atreve a atribuir selos destes com tamanha pomposidade?
Então? Pomposidade? Que tal olhar para a Inteligência em Inovação, centro de inovação (INTELI)?
Ui!
E o selo tem a validade de um ano (como acontece com as empresas certificadas, sabes?). O selo que mora em Guimarães por, pelo menos um ano, veio para cá porque o município vimaranense tem apostado “na modernização das redes públicas, com a implementação de regulador de fluxo luminoso”.
Ora, ora! Os outros municípios também fizeram isso e não tiveram o tal selo…
Terão feito? Quando se preocuparam com os exageros de consumos energéticos?

Realidades feitas Epopeia IX

  Deem-me um boato e eu mudo de sítio o mundo. Gonçalo M. Tavares, in  O fim dos Estados Unidos  ( Relógio d’ Água )