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segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Tempo (que) volta para trás

Trabalhamos entre as certezas. Sem nunca deixarmos apanhar pela ilusão de que estamos no caminho certo. É um lugar com que o poder tem muitas dificuldades em se relacionar.
João Fiadeiro, Ípsilon. 15.06.19
E o estacionamento aqui na minha rua; mesmo ao lado do multiusos de Guimarães? Um espanto!
Há carros em segunda, terceira linha; sei lá que mais linhas. É só passar e analisar!
Há quem queira sair de casa e o faça com dificuldade; há quem queira passar na rua e fique obstruído; parado.
E isto todas as noites; mas à sexta e sábado à noite…
É verdade que, algumas vezes se vê a polícia por cá; já vi quando saio de casa para a minha corrida, mas isso é ao fim de tarde, quando só um ou outro carro (quase sempre de passagem rápida para uma compra ou um café) está fora do sítio.
Mas, sejamos clarinhos, como há de ser o futuro: também nisto temos que ser uma cidade que se quer verde.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Preocupação (quase) rainha

O presidente da câmara de Guimarães quer que “as áreas sensíveis” da cidade tenham um plano de pormenor sobre as linhas de água e redes edificadas para a drenagem de água. 
Excelente!
E, vinca Domingos Bragança, “é preciso exigir que seja parte integrante do licenciamento um pequeno desenho das águas pluviais” como forma de se perceber “bem que as águas são desviadas e orientadas para uma outra linha de água”.
Boa!
Embora tardia, é uma boa notícia. É que há tanta água à deriva nas redes de drenagem que atravessam o município de Guimarães que esta vontade de Bragança pode ser um extraordinário passo para todos percebermos por onde andam as águas de Guimarães; todo o tipo de águas.

Realidades feitas Epopeia IX

  Deem-me um boato e eu mudo de sítio o mundo. Gonçalo M. Tavares, in  O fim dos Estados Unidos  ( Relógio d’ Água )