rostos elevados em clima de guerra aberta: misterioso
declínio do olhar – sempre pronto a abrir saídas
para grandes espaços; ali o silêncio dos corpos calcinados
dissolve o alento na solidão trivializada – entre o silêncio
que aparta terra e mar; há portas: frases que perdem o desejo
de serem palavras ordenadas, fixando-se nos silêncios petrificados,
onde os corpos calcinados persistem adormecidos. a vida evapora-se
dia após dia, no silêncio fatal do teu rosto.
