António Guerreiro, jornalista,
Ípsilon, 25.08.22
à janela da cidade
depois de um certo olhar
sexta-feira, 1 de maio de 2026
e o mundo engolindo o que resta de nós
sexta-feira, 24 de abril de 2026
labirinto de ideias IV
entre a terra e o mar, a agitação escumante - profunda e lendária
suporta a narrativa enérgica do silêncio dos corpos calcinados -
a solidão trivializada tenta em vão soltar a vida evaporizada!
entre a terra e o mar o misterioso declínio da narrativa mais enérgica
de nós; caras eretas olhando o clima de guerras abertas – misterioso
declínio onde o silêncio se agita húmido por entre o silêncio que aparta
terra e mar.
entre a terra e o mar – solidão e vida evaporada! - há portas
húmidas e frias – frases que perdem valor na agitação marítima
e no desejo de serem o que sempre foram: palavras ordenadas
em silêncios petrificados - corpos calcinados, vida se evapora,
na solidão trivializada que comanda os dias fatais no silêncio do teu rosto.
quarta-feira, 22 de abril de 2026
sexta-feira, 17 de abril de 2026
labirinto de ideias III
rostos elevados em clima de guerra aberta: misterioso
declínio do olhar – sempre pronto a rasgar saídas
para grandes espaços; ali o silêncio dos corpos calcinados
dissolve o alento na solidão trivializada – entre o silêncio
que aparta terra e mar; tantas portas: frases que perdem o desejo
de serem palavras ordenadas, fixando-se nos silêncios petrificados,
onde os corpos calcinados persistem adormecidos. a vida evapora-se
dia após dia, no silêncio fatal do teu rosto.
quarta-feira, 15 de abril de 2026
sexta-feira, 10 de abril de 2026
labirinto de ideias II
decadência no muro do tempo: aparências levantadas
em clima de combates descerrados – misteriosa decadência
abrindo passagens por espaços ocos; além da noite fria – onde o
silêncio
dos corpos calcinados dissolve a vida numa solidão trivializada.
o desejo de serem palavras ordenadas, fixando-se em silêncios
petrificados, onde os corpos calcinados persistem e a vida se
evapora,
dia após dia, no silêncio fatal do teu rosto.
quarta-feira, 8 de abril de 2026
realidades feitas Epopeia III
e o mundo engolindo o que resta de nós
S e o mundo está a arder , se as chamas e as altas temperaturas se tornarem um dado estrutural, então há boas razões para dizer que estamo...
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Para apanhar o comboio da mudança é preciso chegar a horas à estação. Pedro Lacerda, Expresso ( Economia ), 21.06.25 O que aconteceu ...
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Sento-me na cidade e ouço O rumor dos ossos e não tenho medo Casimiro de Brito, in Nem senhor nem servo G uimarães aprovou, em r...

