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segunda-feira, 23 de junho de 2014

Maldições e pragas

Há dias em que a minha beleza superdivina me esmaga com carapaça de chumbo.
José Gomes Ferreira, in Aventuras de João Sem Medo
foto:sicnoticias.sapo.pt
Manuel Carvalho da Silva escreve no Jornal de Noticias (14.06.21) que «os nossos governantes, políticos e palradores que nos dizem ser imperioso reduzir salários, pensões e direitos fundamentais, continuam a negar o fracasso absoluto destas politicas, ao mesmo temo que condescendem e protegem, de forma mais ou menos direta, os roubos, os negócios escuros e promíscuos presentes em “gestões competentes” de BPN, BCP e BES».

Caramba!
Eis o Portugal que tantos pretendem preservar.
Pelos vistos já não importa só se o azul e o laranja são as cores da moda que se elevam nas gestões competentes; há um certo tom de rosa que se desbota por aí à espera de vestir a beleza que esmaga com carapaças de chumbos.

terça-feira, 13 de maio de 2014

Opaca linguagem ou dificuldade no olhar? II

foto: uminho.pt
Por falar em AvePark vale a pena olhar para o estudo da Portuspark para – e depois de ler que aquele espaço de excelência vimaranense “injeta na economia mais dinheiro que o seu défice orçamental” – perceber que (bolas! Como andamos todos a ser ludibriados!) “só o estado tira lucros do AvePark”.

Ups! Terei mesmo que repetir-me:

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Opaca linguagem ou dificuldade no olhar?

É aqui [Avepark] que o grupo 3 B (biomateriais, biodegradáveis e biomimétricos), um dos melhores centros de investigação da Europa, ajuda a alavancar o perfil tecnológico do Ave, ao lado de mais de 30 empresas, escrevia a jornalista Margarida Cardoso na edição da Revista (Expresso) de 14.05.03, num trabalho sobre a “nova vida do vale do Ave”.

Só em Guimarães é que (alguns) teimam em não querer – ou fazem de conta que são cegos – ver o óbvio.

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Aposta do silêncio

Temos centros de produção de saber, temos pessoas talentosa, agora é preciso que se transforme esta saber para que se possam criar novas empresas, ou para que façamos acrescentos nos vários setores, principalmente no calçado e nas cutelarias.
Domingos Bragança, presidente de câmara de Guimarães, na sessão de abertura da conferência Building Global Innovators

terça-feira, 29 de abril de 2014

Bem feito

A câmara de Guimarães promete efetuar obras de requalificação (já) na via intermunicipal (VIM) que liga os concelhos de Vila Nova de Famalicão e Vizela.
Já vai um pouco tarde, mas mais vale tarde e bem feito do que aquela ilusão que a câmara de Famalicão criou entre Riba de Ave e Joane. Mesmo que a coisa tenha tido uma promoção pública de fazer inveja a qualquer líder da oposição em Guimarães.

Que a obra de Guimarães fique, pelo menos, igual à que Vizela e Santo Tirso fizeram entre a cidade termal e a ponte sobre o rio Vizela – ali no limite de Lordelo –, é o que se deseja.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Almoças comigo? não receies

 
Segundo o Instituto Nacional de Estatística a “área geográfica liderada pelo eixo Famalicão-Guimarães” – com um índice de competitividade de 101,25 – lidera o vale do Ave como área mais competitiva. E esta sub-região com maior índice de competitividade ultrapassa o índice nacional.

Sou minhoto. Do vale do Ave. E de Guimarães. Gostaria de ir muito mais além. Até porque, já sabemos, o minho já não existe. Daí a felicidade com que olho esta realidade que o INE nos mostra.

É por estas e por outras que me faz uma tremenda confusão ver que existe quem esteja incomodado, por exemplo, com a existência do Quadrilátero Urbano.

Realidades feitas epopeias IX

    Morre por queda de peso de cima , no acidente, ou por falta de solo e baixo , por velhice. Gonçalo M. Tavares, in  O fim dos Estados Uni...