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sábado, 2 de maio de 2020

Olhando os dias e as suas dores


Agora que estamos a debater a regresso de uma certa normalidade em vários países, era bom que se não deitasse a perder esta pandemia de ar puro.
Susana Peralta, professora de Economia na Nova SBE, Público, 20.05.01


segunda-feira, 24 de junho de 2019

espelho do tempo

Quem de nós falará aos homens que hão de vir quando o grande clarão encher de luz e pasmo as nossas bocas?
António Gedeão, in  Poemas Póstumos
dois espelhos esperam por mim. frente a frente. não sei qual será o meu. nem sei, tão pouco, se são gémeos um do outro. mas tenho a certeza de que o tempo estava bom. e o empedrado das ruas ajudou-me imenso a decifrar os pensamentos que tinham perturbado o sonho e o sono das últimas noites.

o som da noite, aquele som quase sem som, de final de dia e com o tom preso à melancolia de partidas, ficou, de repente
(assim à velocidade inventada para fugir das coisas duras),
totalmente filtrado pela luz. uma luz forte, intensa e branca. que já desce, percorrendo devagarinho e com pés de lã, os espaços pequenos que se esvaziam em pequenas partículas brancas que rodeiam os espaços sem cor e capazes de esconderem os nossos corpos.
– o meu, estava completamente nu. tinha tanta vontade de pôr cá fora os desejos que me minam a vontade!

mas é sempre o mesmo compromisso: aceitar os corpos é aceitar a morte! palavra! e faz tão mal ao (nosso) desejo de crescimento e à (nossa) calma interior.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Tá ruim!

A liberdade não tem tamanho
Manuel Alves, E, 15.09.12

No âmbito académico, alunos da Universidade do Minho realizaram um estudo com a orientação e supervisão de professores do Departamento de Matemática e Aplicações, do pólo de Azurém – Guimarães. O objectivo do trabalho foi conhecer a intenção de voto, nas eleições legislativas de 2015, no distrito de Braga”.
Deste trabalho da equipa liderada por Arminda Manuela Gonçalves, Paulo Alexandre Pereira e Susana Faria registo a resposta à pergunta “se as eleições legislativas fossem hoje, qual seria o partido que votaria?”.
E a resposta foi:
PAF 34,47%
PS 33,56%
CDU 4,76%
BE 3,85%
Outros 3,40%
Não gosto; nada. Muito embora 16,78% não tenha respondido ou não saiba em quem votar.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Vou fechar a loja

A ideia dos publicitários, pois estes passaram a comandar a política, como se os candidatos fossem produtos ou mercadorias à venda, é a técnica de criar imagens sem substância.
Henrique Monteiro, Expresso, 15.09.18
foto: publico.pt
Só quem tem prazer em sofrer – como é mesmo o nome que se dá a esta estúpida estupidez da mania humana? – é que quer que o governo mais matador de sonhos e futuros em Portugal nos últimos 40 anos continue. Eu odeio sofrer!
Só quem teima em querer continuar na cegueira vazia de que não há alternativa ao que os senhores Pedro e Paulo fizeram a mando de Bruxelas (ou fosse lá quem fosse) e da sua fúria de estar à frente dos mandantes é que pode dar via verde à coligação de direita. E isso eu não faço!
Só quem se ilude com a publicidade enganosa é que vai continuar a dormir, deixando-se esmagar. E eu, há muito que me deixei de iludir!
Obrigado Henrique Monteiro pelo excelente “guia de política banal”.

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Conflitos adiados

O turismo, se não for regulado, é uma máquina voraz, estúpida e cega.
Guta Moura Guedes, E, 15.08.29
1. Vale a pena ler (como sempre) o Jornal do Ambiente e Energia, mas a edição de setembro tem um sabor especial. Pode ser que se torne mais fácil perceber um eterno problema: os políticos dos partidos daquela coisa a que alguém resolveu apelidar de arco da governação, não saem do chapéu do cacique de sempre; eternamente dominador.

2. Um país coeso e equilibrado, assente num ordenamento do território e numa política ambiental que melhore as condições de vida das populações, inclui-se entre os cinco objetivos entrais definidos pelo PCP para Portugal, pode ler-se naquela publicação mensal especializada.

3. Ah! PS e a coligação de direita estão de acordo em tudo!

Nota de rodapé: está tudo na peça “o ambiente que se segue”, no âmbito das Legislativas 2015; um texto de Joana Filipe.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Olhar do silêncio II

foto: cienciahoje.pt
Criar e dirigir um serviço de gastrenterologia de tipo mundial é o meu grande desafio de carreira.

José Cotter, Expresso (Economia), 15.08.22 

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Tens mesmo a última oportunidade

Dançamos como morremos: SOS
Rui Reininho, E, 15.06.20
foto: brasil.elpais.com
1. ONU regista número record de 60 milhões de deslocados no mundo é um título do jornal Público (15.06.19) a propósito da leitura do relatório do Alto-comissário da ONU para os Refugiados (ACNUR).
Refugiados de guerra, essencialmente, como se depreende do relatório: “prende-se com o crescimento de recentes conflitos e guerras no mundo”.

2. Massacre de Charleston. Roof queria desencadear uma “guerra de raças”.
Título do i, 15.06.20
É “impensável que, na sociedade de hoje, alguém entre numa igreja onde está reunido um grupo de pessoas para rezar e as mate, diz o chefe da policia local” lê-se no jornal i. e com dor imensa, dá-se razão às palavras.
Escreve a jornalista Ana Gomes Ferreira que o que aconteceu em Charleston “foi num crime de ódio, motivado por racismo e cometido num lugar simbólico, numa das mais antigas (e mais importantes) igrejas da comunidade negra dos Estados Unidos.

3. Refugiados: ódio, guerra, destruição e fuga da morte.
Massacres: ódio, destruição e fuga para a morte.

4. José Saramago continua atualíssimo: o homem não tem remédio.
E não é que hoje o mundo acorda outra vez com medo. Em França. Na Líbia e no Koweit?

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Viver um tempo que ainda há de vir

O populismo é como o Inferno. São os outros.
Luís M. Faria, E, 15.13
Prémio aquele de quem se volta a falar: Seguro é muito jovem para deixar a política, Miguel Laranjeiro, ex-dirigente do PS. Pode ler-se no semanário Expresso (15.06.20).

1. Leio – e registo; só isso – estas palavras da jornalista Cristina Figueiredo na última edição do semanário Expresso: [António José Seguro] «ao dar de caras com o seu nome na edição do “DN” de segunda-feira, ligou para Miguel Laranjeiro a “agradecer”».
2. Li e rio com Gente (Expresso, 15.06.20): “A publicação de uma sondagem da Universidade católica, ontem, que dava a Coligação Portugal à Frente à frente do PS foi recebida com sentido de humor por algumas tropas socialistas. Dizem estes: com as temperaturas de PSD e CDS a aproximar-se dos 40, houve quem temesse consequências de um incêndio no Largo do Rato – é que desde setembro que estão sem seguro”.
3. Li e gosto da pergunta do diretor do i (15.06.20) Vitor Rainho; uma pergunta gira: quem diria que António José Seguro estava mais bem posicionado que o atual líder?
4. O politólogo Carlos Jalali afirma no Jornal de Noticias (15.06.20 que “o desafio de António Costa faz cair o PS nas sondagens, depois de o PS pós-primárias deu um salto, mas a partir daí tem estado sempre em declínio. Não são boas noticias para o PS. Até porque toda a gente no partido deve ainda lembra-se da expressão vitória de Pirro [afirmação de Mário Soares sobre o resultado das europeias].
5. Domingos Andrade escreve no Jornal de Noticias da última sexta-feira: “sobra ainda a António Costa um pequeno equívoco que lhe pode ser fatal. Não estamos em tempo de se herdar o poder. Ele conquista-se. Com tenacidade, ideias, carisma, luta, honestidade, voto a voto.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

O futuro? Jamais será memória ferida

Vê-te ao espelho antes de ser candidato outra vez.
Juan Vicente Herrera, presidente da região de Castela e Leão, para Mariano Rajoy
Escreve José Fontes no Jornal de Noticias (15.06.13) que “seguramente [os partidos tradicionais] algum dano vão sofrer, sobretudo os que dão origem a dissidências, cujos novos lideres gozam de grande empatia na imprensa sem que, alguns, tenham ido a votos ou exercido poder”.
É um olhar muito interessante.

terça-feira, 16 de junho de 2015

Caminhar faz bem à alma

Cultura não quer dizer economia, e só vamos sobreviver se desenvolvermos a ideia de uma unidade cultural.
Umberto Eco, E, 15.04.18
A vereadora da Educação na câmara de Guimarães, Adelina Pinto, afirmou, na apresentação do programa Pegadas, no passado dia 25 de maio, que todos (digo eu) “queremos crianças que olhem o mundo e escolas que formam cidadãos”.
É atrasado o olhar?
É sim senhor! Mas as palavras de Adelina Pinto não são; pelo contrário, são tão atuais, tão atuais que têm que ser levadas a peito. Quem fizer de conta que as ignora (ou ignora mesmo, porque também há disso por cá) só pode ser lambe-botas de alguém, assim tipo um senhor que antes de ser ministro até parecia (tal era a voracidade das suas palavras) que sabia de Educação.

Nota de rodapé: quem quer que as crianças dos dias agitados que só destroem sonhos que por aí circulam sejam cidadãos, só pode ser alguém que vê para além da pressa, da agitação e do vazio dos dias.

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Há muitos exemplos de destruição

Duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana. Mas no que respeita ao universo ainda não adquiri a certeza absoluta.
Albert Einstein
foto: publico.pt
Numa coluna que enforma a reportagem do Expresso (Programa da AD sem solução para a Segurança Social, uma bela peça jornalística de Cristina Figueiredo, Filipe Santos Costa e Rosa Pedroso Lima), pode ler-se que «Maria do Rosário Gama, dirigente da Associação dos Pensionistas, Reformados e Aposentados, admitiu estar “em período de reflexão” sobre a sua permanência na Comissão Politica do PS. Em causa estão as propostas socialistas de baixa da TSU e de canalização de 10% do Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social para o programa de reabilitação urbana».
Claro que a questão das pensões “é um tema que queima. Respeita a todos os potenciais eleitores: atuais ou futuros”.
E ver o PS igual (ou pior) que a direita só dá vontade de dar razão – seguindo-lhe o exemplo – à líder da APRe! que “pondera sair do PS”.

sábado, 16 de maio de 2015

Sempre será a essência

As mentiras são mais fascinantes do que a verdade.
Umberto Eco, E, 15.04.18
Há uns dias atrás, numa “conversa improvável” que decorreu em Braga (nas IV jornadas de economia que tiveram lugar no auditório da escola de economia e gestão da Universidade do Minho), o antigo presidente de câmara de Braga, Mesquita Machado, afirmou que Portugal “perdeu muito por não se ter avançado com a regionalização”, acrescentando que o nosso país seria “muito mais desenvolvido, se tivesse regiões”.
Nem sempre estive em sintonia com Mesquita Machado, mas neste particular, não só subscrevo as suas palavras – palavras de quem sofreu o centralismo de Lisboa, não duvido! – como considero que Paulo Cunha, o senhor presidente do município dormitório do Porto, quando afirma que se tivéssemos regiões, Bruxelas olharia para Portugal de forma diferente, só está a falar para o umbigo do seu partido. Caso contrário vincaria, como tenho a certeza que muito bem sabe que Portugal seria outro com a regionalização. Não fosse, claro!, o bloqueio de quem tem medo de perder domínios.

sábado, 2 de maio de 2015

Amanhã, hoje e o vazio que matará

No apodrecimento
há fermentação.
Fernando Pessoa, in Livro do Desassossego
foto:planetasustentavel.abril.com.br
Ao falar em poluição no rio Ave, importa olhar o (e no) futuro; esse sim!, o local onde moram as preocupações que vão matar as noites de sossego (a quem sabe que a grande maioria dos que fazem a Humanidade se borrifa para a grande minoria que morre e morrerá porque a grande maioria se borrifa).

Peço desculpa pela derivação!
Vamos à realidade: segundo a OCDE, “a economia mundial” será “quatro vezes maior em 2050”, ano em que haverá sobre este planeta, à deriva, “mais dois milhões de pessoas”. Ou seja, “haverá um aumento de 55% no consumo de água”.
Cum catano!, diriam alguns.
Ah! Nos dias que correm, à volta de 350 milhões – que número! – de pessoas, no continente africano, nem sabem o que é a água ou, sabendo, nem lhes tocam. A não ser que seja em pocinhas conspurcadas. E 200 milhões no médio oriente que deixam a s suas vidas para ter água nas mãos, isto é, 950 milhões de pessoas no mundo procuram água para sobreviverem.

Poderia escrever que o Homem sabe contornar exageros, estupidezes e vaidades, mas – sendo verdade – não posso. Porque a água nunca vai além de si. Seja por cá – onde também vai desaparecendo – seja onde a morte tem a nudez da seca.

terça-feira, 28 de abril de 2015

Herói da derrota

Descobri que uma coisa que me contaram a vida inteira era uma enorme mentira; que eu fazia parte de única espécie racional do mundo.
Sebastião Salgado, E, 15.03.28
Já todos tínhamos reparado que Mota Soares (e seus pares) quer dar (ainda mais) poder às (a certas) IPSS. Nem é preciso sair de Guimarães para entender na perfeição o que os responsáveis da Segurança Social pretendem. Aliás, basta subir uma rua antiga da urbe vimaranense em direção ao centro para tudo ficar clarinho; clarinho. Como os fretes para certos encamisados; de preferência com batina a preceito!
Como se isso não bastasse eis que agora o senhor ministro da mota quer que estas instituições privadas sejam ‘donas’ das comissões de protecção de crianças e jovens.
Mais uma porta aberta para certos (por que raio será que são sempre os mesmos?) poderosos fazerem a caridadezinha de outros tempos! Sim, mesmo a bater no peito; depois de sabe-se lá o quê!

Apesar de Mota Soares não ser o ministro das Instituições de Solidariedade Social (IPSS), como muito bem lembrou há dias, na Assembleia da República, Mariana Aiveca, deputada do Bloco de Esquerda, temo mais este golpe de misericórdia no estado social; perpetrado por um governo que para além da parvoíce da deriva, tem a sebenta toda sublinhada no que concerne às destruições que ainda faltam. 

sábado, 25 de abril de 2015

Cunho de um tempo

Por detrás das árvores não se escondem faunos, não.
Por detrás das árvores escondem-se os soldados
Com granadas na mão
António Gedeão, in Poemas escolhidos
Aquela amostra do que poderá ser uma acção governativa do PS do senhor António Costa em Portugal – pelos vistos, tudo coisas que “seguem em muito a troika e as politicas do actual governo” – é só mais uma acha na fogueira do descrédito dos cidadãos nos atuais partidos políticos em Portugal.

Depois ainda há quem se espante com o crescimento dos “grupos marginais” de partidos. Ou de partidos ‘marginais’. 

domingo, 8 de março de 2015

Palco moderno

Não há céu para os animais que não levantam a cabeça.
Gonçalo M. Tavares, in animalescos

Guimarães vai alargar ao resto do concelho aquilo que, tendo sido uma experiência interessante, é já, sem nenhuma dúvida, uma bela realidade: as hortas pedagógicas.

Não só gosto da ideia, como considero que a rede municipal de hortas comunitárias (cujo regulamento foi aprovado recentemente) será um sucesso que tirará mais vimaranenses de casa e das dores que certos senhores, liderados por Pedro e Paulo, lhes impõem.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

A dor ensina muito

foto: correiodominho.com
O dia meteu-se para dentro: a água
enche o meu sono
e transborda
as obscuram-se.
Herberto Helder, in Do Mundo

Como britense, nascido e criado, não tenho a menor dúvida em dar razão a Miguel Laranjeiro e dizer-lhe que também considero que é mais do que a hora de o Centro Social de Brito já ter feito protocolo com a Segurança Social.
Como quase taipense – sublinho o quase, para vincar o carinho que tenho desde que vivi em Brito, pela vila termal – também digo o mesmo a Ricardo Costa sobre o Lar Alcides Felgueiras.
Como vimaranense que já viu coisas que nunca imaginei e concidadão entristecido com o que Rui Barreira (não) faz direi apenas: Tomara!, meus caros Miguel e Ricardo, que sejam concretizados os protocolos com as instituições de Brito e de Caldas das Taipas com a Segurança Social.
Tomara!

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Achas mesmo que ainda existem almas brancas?

Só o riso global derruba o poder financeiro, ao mostrar que, também ele, vai nu.
Mário de Oliveira, Tertúlia no CAR, 15.02.05
gravura: cantinholiterariososriosdobrasil
O Brasil é o caos em forma de organização.
O Brasil é o fim da organização, mostrando a estupidez humana, no seu mais puro desejo de confirmação da avareza. Pura! Violenta.
O Brasil, mesmo – e principalmente – nas cidades de maior dimensão, é o caos alimentado por (alguns) políticos, ditos de esquerda, que matam o desejo humano; porque fazem do absurdo um atentado à capacidade de pensamento, ação e organização humanas.
O Brasil – tal como já aconteceu noutros desejos pretensamente de esquerda (mas onde alguém lucrou, dizem que passando por Portugal) é uma ilusão que diz ter um governo de esquerda.

Paro aqui na evasão do pensamento e leio o título do semanário Expresso do último sábado: “oito milhões de pessoas sem água: incúria ou fatalidade?”.
Os brasileiros têm a resposta. Seguramente.
Por mim, fico sem fôlego ao pensar em tanta gente sem poder usufruir de um bem essencial. Que é de todos.

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Ideia e perfeição tão simples

Se te inclinas nos dias inteligentes – entende-se como neles se forma a sede.
Herberto Helder, in Do Mundo
Fundamental para que Guimarães seja uma cidade verde é a despoluição da ribeira de Couros, sabes?
Urgente resolver as sistemáticas descargas naquela linha de água que atravessa, quase discreta, a urbe vimaranense, tu sabes?
Daí que falar da poluição no rio Ave, muito mais do que atirar areia sobre os imensos milhões investidos pela união europeia, estado português e autarquias da região do Ave, soe a discurso pouco sério…
Ui…
Não. Pensa bem: ainda ontem no final de tarde e com um vento agreste, fiz a minha corrida por entre as belezas da horta pedagógica; aquilo era um fedor arrepiante..
Era dos fertilizantes.

Era do que corria no leito da ribeira. Só quem não sabe o que é saneamento é que não sabe o que era aquilo.

sábado, 24 de janeiro de 2015

Fogo nas coisas II

foto: publico.pt
Várias pessoas morreram nas urgências enquanto esperavam tratamento. Há médicos e enfermeiros exaustos e desesperados por não conseguirem salvar todos os que pedem ajuda. Oficialmente morreram mais 1.900 portugueses em duas semanas do que é habitual. E perante isto os responsáveis governamentais respondem que não há nenhum caos. São apenas “alarmismos e falsidades” das noticias.
João Adelino Faria, Dinheiro Vivo, 15.01.24

Realidades feitas epopeias IX

    Morre por queda de peso de cima , no acidente, ou por falta de solo e baixo , por velhice. Gonçalo M. Tavares, in  O fim dos Estados Uni...