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quarta-feira, 1 de setembro de 2021

Falta de emoção


 

A questão do automóvel e da mobilidade ´se sem dúvida um aspeto crucial num novo modelo de cidade para o qual queremos caminhar.

Cristina Cavaco, integra o Ubernilab, grupo de investigação em arquitetura, urbanismo e design da Universidade de Arquitetura da Universidade de Lisboa, Igreja Viva, 20.10.29

 

Escreve José Cunha – Jornal de Guimarães, 21.08.14 – que

as cores com que pinto o ambiente neste verão são:

o vermelho do alerta de perigo para a humanidade;

o preto pelo futuro que se perspetiva;

e o verde esperança esbatido pela pouca fé que tenho nos dirigentes políticos.

 

Caro José Cunha, também tenho o vermelho e o negro como limites para o fim.

Mas, ainda acredito em alguns dirigentes políticos. Daí que o verde – das cores de Guimarães, da esperança e da natureza – ainda seja a minha cor preferida.

Mas, vou aprendendo a não dar nada por adquirido.

terça-feira, 24 de agosto de 2021

Vamos medir a sustentabilidade II


 

Não podemos resolver a pandemia ou o aquecimento global se não retomarmos a inter-relação ecológica e não olharmos de forma séria para o modelo insustentável de habitar o planeta.

Timothy Morton, filósofo do Antropoceno, Ípsilon, 20.05.15

 

Domingos Bragança, presidente de câmara de Guimarães subiu no “sobe e desce” do Jornal de Noticias (20.06.15). E na mesma edição daquele diário Delfim Machado escreve que Guimarães quer travar expansão da “favela dos ricos.

E porque sobe Bragança? Porque o autarca vimaranense assumiu publicamente que já era tempo de impor regras na construção que não para de subir a montanha da Penha. Tal como o JN vinca: depois de anos de alerta, a autarquia desenhou um plano de pormenor com regras apertadas para travar a escalada de habitações.

 

Sendo certo que é uma boa medida, ela já vem tarde, nas palavras de Carlos Coimbra, presidente da junta da freguesia da Costa. Já para Roriz Mendes, da Irmandade da Penha, a vontade é classificar a Penha como paisagem protegida, o que vai impedir algumas condições do urbanismo.

Tardia ou não esta decisão da câmara de Guimarães é uma boa notícia. É que mais vale tarde o que nunca, apesar de as águas já escorrerem montanha abaixo numa pressa destruidora.

sábado, 8 de maio de 2021

Há abismos lá no fundo, sem fundo

Terá o meu voto a candidatura autárquica que terçar armas para a proibição de circulação, exceto para residentes, pelos transportes coletivos gratuitos em rede eficiente e pelo desenvolvimento da ferrovia.

Francisco Louçã, Expresso (Economia), 21.03.19

 

Embora um bocadinho fora de tempo (há realidades que nos ultrapassam, não é?, e algumas pouco agradáveis) vale a pena olhar com toda a atenção as páginas 16 e 17 do caderno de Economia do semanário Expresso na sua edição do passado dia 12 de fevereiro.

E lançar outro olhar, mais atento e pormenorizado, para o mapa inserto na página 17. Entre o verde (da Ferrovia 2020) que cruza o país e Guimarães há uma linha cinzenta. Literalmente! Sem qualquer tipo de intervenção prevista.

 

Por favor, não falem do que não sabem!

quarta-feira, 5 de maio de 2021

Peso das palavras

O nosso futuro precisa mesmo que falemos mais de comboios e menos de aeroportos.

David Pontes, editorial, Público, 21.03.19

 

Só quem não quiser – ou não for capaz de entender ou fazer de conta; claro! –, é que continuará a pensar que haverá mais comboio, mais ligações ferroviárias; em suma investimentos públicos em Portugal no que à ferrovia diz respeito.

(Culpa do senhor Aníbal de Boliqueime tudo se foi!

Agora pode haver, parece que vai haver, recuperação de material.)

 

A tal bazuca – que raio de designação para umas vitaminas! – foi uma invenção bombástica para jornalista criar manchete.

Já tínhamos percebido por estes dias com as palavras meiguinhas do senhor Costa!

                     

Nota de rodapé: “O PSD desde sempre defendeu um repensar da linha de forma a servir todas as populações e não apenas algumas”. Estas palavras são do anunciado candidato laranja à autarquia vimaranense. Se este senhor candidato fosse realista quando fala de ferrovia estaria em condições de ser candidato a Santa Clara? Provavelmente faria o que o senhor Aníbal de Boliqueime fez.


 

sábado, 23 de janeiro de 2021

Bela escolha

Tem que se construir a memória a partir de determinadas ruínas.

Edgar Pera, debate no mercado municipal de Guimarães, no âmbito do Bairro C. 20.07.12 

 

O que vai acontecer, a partir do próximo mês de março, na rua D. João - com um acesso substancialmente melhorado à baixa vimaranense - é uma vitória muito importante do futuro ambiental.

E não é, apenas, por aquela artéria histórica de Guimarães, ficar mais linda e mais arejada – o que é importante, naturalmente! – é mesmo pelo arrumar dos carros * para que aquela artéria seja para usufruto das pessoas.

A pé ou de bicicleta – o que, desde logo, assegurará, ninguém duvide!, maiores descidas das pessoas desde o centro da cidade á baixa citadina. E o padrão de São Lázaro é um monumento tão lindo, não é?

 

Pronto ! a história também se conjuga com modernidade e respeito ambiental.

 

* exceto no acesso “para uso do comércio”.

 

domingo, 31 de maio de 2020

Recortes dos dias V


Continuamos a pensar na “natureza” como se fosse algo essencialista que nos é exterior, negando as ambiguidades das formas de vida.
Timothy Morton, filósofo do Antropoceno, Ípsilon, 20.05.15

É quarta-feira, terceiro dia de abertura; de possibilidade de alargar a circulação (um pouco) mais. E há uma grade no ribeiro; couros invadido pela estupidez humana. Estupidez disfarçada de atletas ou ciclistas que, zangados por não poderem circular, mergulharam o equipamento ali colocado nas águas limpos do rio Couros por segurança. É lixo atirado com raiva por quem se sente controlado e sem vontade de cumprir regras. Seguras e de segurança para uma sociedade que vai definhando ao sabor dos movimentos certeiro do monstro feito vírus.
Lixo e ramos que podiam estar na zona de compostagem parecem, agora, ser os polícias de quem circula contra as regras de segurança. Mas também estes restos dos cortes da última tempestade intensa deviam estar arrumados!
Tanto lixo na horta pedagógica porquê? Que pedagogia haverá por ali? Será que os utilizadores da horta não sabem que por estes tempos de monstro à solta não se recolhe o lixo na horta?
Tão agradável ouvir os ralos, não o ruído dos sinos da torre da igreja; ali ao lado.

sexta-feira, 29 de maio de 2020

Recortes dos dias IV



O que está a acontecer não é metáfora. É real.

Timothy Morton, filósofo do Antropoceno, Ípsilon, 20.05.15

A curva da vida tem planaltos como os do monstro feito vírus?
Olhando para as rugas dos dias negros; dos dias que nos prendem a espaços curtos e vedados à vitalidade – confinados, não é? – ficam dúvidas intensas. Tantas dúvidas que fazem doer.
O comboio regressa todos os dias à cidade, vazio. O silêncio noturno é diferente. E nas ruas vazias não se ouve o movimento dos corpos. Olha-se para o alto.
E, olhar ao alto, em Guimarães deixa ver as paredes da Sociedade Martins Sarmento. Escuta-se o silêncio e percebe-se a intensidade da poluição na cidade.


quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Realidades boas. Verdes; ao pé da porta

As poetisas autorizam as poetisas
a escrever sobre rosas
Adília Lopes, in Bumerangue 1
Acreditando no que vou lendo – e não tenho razão nenhuma para duvidar – do que os meus olhos leem a câmara de Guimarães “vai proceder à limpeza e manutenção regular e programada de 103,2 quilómetros ao longo do concelho”.
É um texto que vi em vários sítios, desde as notas de informação da autarquia vimaranense aos órgãos de comunicação social do distrito; mesmo aquele que é responsável pela comunicação e imagem de um dos municípios minhotos, coisa estranha não? Deve andar muita gente a dormir por aí.
Já me perdi, caramba!
Mas então a autarquia presidida por Domingos Bragança contratou (ou vai contratar) serviços para limpar bermas e valetas de parte da rede viária vimaranense. Boa!
Uma coisa destas só pode vir de Amadeu Portilha; se há vereador com visão para além do rio Ave (seja em que margem for) é ele!
Por mim - por hoje - fico-me por um pequerrucho comentário de rodapé: já chega de outros levarem louros que não merecem!

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Sim; gosto

Tudo chega até eles com uma clareza terrível. Leem os sons, decifram os passos como um livro aberto.
José Cardoso Pires, in O Hóspede de Job
gravura: energiasolar10action.abae.pt
Mais outra decisão para enaltecer. A câmara de Guimarães “instala energia renovável na reabilitação de prédio social de Urgeses” (título do Diário do Minho, 15.08.20)
Mas, atenção! Esta é a primeira ação nos bairros sociais vimaranenses. Todos os outros espaços habitacionais sobre responsabilidade da autarquia vimaranense receberão igual tratamento.
É mais um (pequenino) passo verde.
Mas as grandes caminhadas começam por pequenos passos, não é?

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Paixão com nova ordem

O lugar onde o coração se esconde
é onde o vento corta luas brancas no azul do céu
Ruy Belo, in orla marítima e outros poemas
foto_ cm-guimaraes.pt
As apostas saídas do orçamento participativo de Guimarães, na sua última versão, passam pela realidade ambiental.
Gosto da ideia; muito.
Daí que os “dois parques de lazer projetados pelos cidadãos”, título de uma peça do Joaquim Martins Fernandes no Diário do Minho, não surpreenda aqueles que sabem que Guimarães é, cada vez mais, uma excelente realidade onde se olha o futuro com olhos verdes.
Por mim, muito para além da boa realidade que é o novo espaço verde de Silvares, a que alguém apelidou de espaço público de cultura e lazer, só me resta dizer que os cidadãos sempre sabem o que querem das realidades que lhes são próximas. E que os preocupam.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Desafio da diversidade

As coisas são simples: objetos, cores
plantas. Entram pela realidade dentro
Nuno Júdice, in Figura do canto *
A câmara de Guimarães, escreve Samuel Silva no jornal Público (15.05.29), “vai mesmo avançar para a construção de uma via dedicada de acesso ao parque de ciência e tecnologia Ave Park”.
E, a crer nas palavras de Domingos Bragança, o edil vimaranense, este “é o melhor canal quer do ponto de vista ambiental, quer do ponto de vista da construção da via”.
Serão cerca de 13 milhões de euros.
Ah! A proposta de via foi reformulada.
Ainda veremos o que devia ter sido sempre: uma ligação a Brito, isto é, à autoestrada. Tão fácil!

Nota de rodapé: no texto “já discutimos a ligação ao AvePark?”, publicado na edição semanal do reflexodigital, o jornalista do Público explica melhor como se devia olhar para outros percursos.
Gosto particularmente do último parágrafo.
 * Bumerangue 3

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Ainda há elefantes na sala?

Lancei ao mar um madeiro
Espetei-lhe um pau e um lençol
António Gedeão, in Poemas escolhidos
Rio Ave, em S. João de Ponte
O Plano de ação sobre o rio Ave é um bom documento; um texto construído com inteligência. Um olhar bem mais claro sobre “as descargas, sempre negligentes”, no rio Ave.
Este texto abre janelas sobre uma realidade que deve preocupar os vimaranenses, não fecha nenhuma porta da discussão e reflexão e é capaz de caraterizar muito bem a realidade rio Ave. Enquadra de forma correta o que se fez e faz na região, uma região vestida de uma “forte componente industrial” e “agrícola e pecuária caraterizada essencialmente pelo minifúndio” que esteve demasiado tempo “de costas voltadas para a sua maior riqueza, a água”.
O Plano de Ação para o combate à “poluição no rio Ave, através de uma ação eficiente e concertada das entidades competentes e com um ação vigilante e consequente de todos”, tem, infelizmente, um pormenor que não faz dele um plano quase perfeito: é muito institucional. Esquece quem conhece – não apenas agora que está na moda – as realidades. Sei muito bem que o seu principal autor consultou muita gente; conversou com quem sabe o que é a poluição na região, mas era importante, pelo menos citar, entidades que fazem do dia-a-dia a sua ação. Não; não é só os cidadãos que “devem assumir uma atitude cívica perante o ambiente, de respeito perante a sociedade e de solidariedade perante os outros”! claro que é muito importante, mas há associações, sei lá!, tipo Quercus (Braga), Ave (Guimarães) ou ADAPTA (Trofa) que vivem de perto realidades para além das luzes da ribalta.
Fora isso o documento, pelas pistas (que nos trazem aos dias de hoje) e pelos caminhos (que nos levarão, estou certo!, ao futuro) é um bom documento. E tem uma vantagem que não é como nos textos oficiais de entidades públicas; aponta as dores, mostra remédios e indica como as operações têm que ser feitas; no sítio certo.

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Pode ser um problema irreparável

Acolhe-me
Nessa tua imensa verdade
Marta Duque Vaz, in Aclive
Rio Ave, em Brito
Logo no início de abril, e pela mão dos deputados Helena Pinto e Luís Fazenda, o Bloco de Esquerda perguntou ao governo de Portugal – mais concretamente ao famalicense ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, Jorge Moreira da Silva –, como se passaram vinte anos de despoluição da bacia hidrográfica do Ave.
No rol de cinco questões contempladas na pergunta 1341/XXII interroga-se (no número 3.) “como estão a funcionar as infraestruturas já construídas, nomeadamente em termos de taxa a de ligação".
É uma pergunta que outros deviam fazer. Ainda que em fóruns mais próximos.
No resto, o documento dirigido à presidente da Assembleia da República é oportuníssimo.
Devia obrigar a outras perguntas a que insiste em dizer que o Ave só se faz de poluição; a montante das Taipas.
E, sim, é verdade! O combate à poluição no rio Ave “exige a participação de todos”.

terça-feira, 28 de abril de 2015

Já acabamos; de joelhos

Agarramo-nos à nossa verdade é como passar a noite numa discoteca e fazer o consumo mínimo.
Carmo Afonso, E, 15.04.01
Rio Ave, em Caldas das Taipas
O Bloco de Esquerda (BE) já perguntou ao governo do senhor Pedro Coelho o que o seu governo e do senhor Paulo Portas tem a dizer sobre as “descargas ilegais de efluentes industriais e domésticas” que vem sendo registadas na bacia do rio Ave.
Não imagino, sequer, se o governo dará alguma resposta, mas se o fizer o BE que tire o cavalinho da chuva: a resposta para Guimarães sobre “descargas ilegais de efluentes industriais e domésticas” começará com duas perguntas: onde? e o que é isso?
Ah!, senhores do Bloco: se quiserem uma resposta vão ter que a procurar na gaveta do PSD do local.
Não?
O governo nunca responde a Guimarães; manda os senhores laranja de cá dizerem umas coisas. Sempre longe da realidade, mas manda.
E eles dizem. Convencidos que defendem os vimaranenses.

domingo, 12 de abril de 2015

Existem oportunidades *

Pior que ser lento é só conseguir andar em linha reta.
Gonçalo M. Tavares, in animalescos
Parece que a realização de um rali em Guimarães é uma grande solução para o sossego citadino.
Não, não, não estou a brincar.
Na sexta à noite fugi do barulho dos motores aqui ao lado do multiusos, passei pelo Toural sem trânsito e mergulhei no miolo urbano e caminhei pelo centro histórico.
Que silêncio!
Que calma!
Que paz!
* Guimarães haverá de ser uma cidade verde.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Viva o rio de Couros


O rio Ave está poluído?
Muito poluído?
Muito poluído, muito poluído;
mas mesmo muito poluído?


Que nome(s), adjetivo(s) – sei lá! –, se pode dar aquela
ribeira de Couros
(ontem, dia 8 de abril, pelas 20 horas)?



sexta-feira, 27 de março de 2015

As frases [Para o futuro do Avepark] II

Gostaria que fosse um debate para os cidadãos.
Se não for via dedicada não temos dinheiro de Bruxelas, disse [Manuel] Castro Almeida [secretário de estado do desenvolvimento regional].
Este canal tira trânsito à estrada 101.
A câmara municipal de Guimarães receberá de braços abertos o que o governo fizer na estrada 101.
Qualquer estrada que estrague os parques de [S. João de]  Ponte e Caldas das Taipas é má.
Nós em Guimarães discutimos todos.
Se não fizermos alguma coisa – acessibilidade – há empresas que saem de lá e vão para Braga [para o Instituto de Nanotecnologia]
Domingos Bragança, presidente de câmara de Guimarães

As frases [Para o futuro do Avepark]

foto: uminho.pt
Nem o vice-reitor nem o professor se metem na discussão pública.
A encomenda que a câmara nos fez foi esta.
Esta estrada não precisa de estudo de impacte ambiental nos termos da lei; nós recomendamos que seja feito o estudo de impacte ambiental.
A UM acha que há um défice de competividade no Avepark e tem a opinião que se devia melhorar a acessibilidade.

José Mendes, vice-reitor da Universidade do Minho e responsável pelo estudo de ligação ao Avepark; do canal ou via dedicada.

quinta-feira, 26 de março de 2015

A frase [Para o futuro do Avepark]

Não sei de onde lhe vem essa arrogância.


José Mendes, responsável pelo projeto de ligação ao Avepark para José Cunha, presidente, da direcção da Ave – Associação Vimaranense Ecologia.

Para o futuro do Avepark

Um helicóptero que caia, por avaria ou medo, no meio de uma manada de homens primitivos será desmembrado.
Gonçalo M. Tavares, in animalescos
foto: antónio magalhães
Ontem à noite, no centro pastoral de Caldas das Taipas, teve lugar a primeira apresentação pública do estudo de uma equipa da Universidade do Minho, liderada pelo vice-reitor daquela universidade, José Mendes, sobre o canal ou via dedicada de ligação ao Avepark, sem S. Cláudio de Barco.
Foi um momento alto de discussão que, natural e democraticamente, tem que ser enaltecido.
Houve um pouco de tudo na noite de ontem, mas essencialmente ficou claro que, também no território que compõe uma zona importante do concelho vimaranense, as diferenças na atitude ou na aceitação do novo, são iguais a todos os sítios onde o individual se sobrepõe ao interesse da comunidade.
E quando cheira à possibilidade de grandes indemnizações tudo se complica!
Apesar das diferenças (aparentes porque suportadas só em realidades pessoais; empresas muito individualizadas) a discussão foi interessante. Intensa, em alguns momentos, mas importante para que tudo fique claro numa obra da importância como a que é a abertura de uma nova via.
Fica claro que se a União Europeia disponibilizar os fundos necessários, chegar de Barco ao aeroporto Sá Carneiro vai ser muito mais fácil. E isso é excelente.
O que se disse, sendo muito importante, vai ficar por ali; pelo caminho da discussão.
Uma nota importante para vincar a forma como Domingos Bragança liderou o debate.
Quem deveria ter ponderado algumas palavras seria seguramente José Mendes e Filipe Fontes.  

Realidades feitas Epopeia IX

  Deem-me um boato e eu mudo de sítio o mundo. Gonçalo M. Tavares, in  O fim dos Estados Unidos  ( Relógio d’ Água )