terça-feira, 30 de setembro de 2014

Os bons exemplos são bons exemplos

foto:primeirojaneiro.pt
A experiência das primárias deixa um desafio para o sistema político português e, em particular, para o PSD.
Paulo Rangel, Público, 14.09.30

O silêncio e a rua III

Ser um partido político a fazer um desfile de moda, interromper uma estrada onda passam transportes públicos, onde passam grande parte das viaturas pelo centro da vila, sem que isso tivesse sido organizado de maneira a que as pessoas tivessem sido avisadas (…) é de lamentar.
Constantino Veiga, Reflexo, setembro 2014

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

O silêncio e a rua II

foto: noticias.uol.com.br

Obrigado pela prenda, Passos!
(só falta demitires-te)
O Inimigo Público, 14.09.26

O silêncio e a rua

imagem: reflexodigital.com
A organização do agosto com gosto, promovido pela Arcat, salvaguardando o facto de ser uma iniciativa não pública, vem, na palavra do representante da promotora, “acabar com o marasmo nas Taipas”, revela, só por si uma visão deturpada do papel da autarquia na promoção de eventos.
Manuel Ribeiro, Reflexo, setembro 2014

domingo, 28 de setembro de 2014

E o que é depois?

O relógio bate a hora certa. O telefone não toca.
Segundos antes, uma mensagem. Bela!
Certeira. Vestida de felicidades; sempre presentes.
É nessa altura que acordo para a violência dos dias. E penso; quase em voz alta: o pior que pode acontecer a um leitor de José Saramago é chegar à página que termina com a afirmação: “no dia seguinte ninguém morreu” e perceber que as intermitências da morte são uma treta. Até na ficção!
Não podem apontar o que vem a seguir.
O relógio, esse, continua; como sempre.
Bem sei que desejamos só o que nos falta; o que tanto gostaríamos de ter, mas, por mim, confesso, não sou capaz de entender o aparecimento do tipo que conserta relógios no discurso do tempo.
Nem que o gajo esteja à janela; feito pau-mandado do tempo ou de uma qualquer plataforma onde uns parvos fazem figura de parvos. Mesmo que o gajo seja uma bacia oca; cega - antes do inicio das intermitências. 

Ah! Que bem que funciona o relógio!

Há outro caminho

Uma névoa de outono o ar raro vela,
Cores de meia-cor pairam no céu.
O que indistintamente se revela,
Árvores, casas, montes, nada é meu.
Fernando Pessoa
O outono não é só a estação do ano que sucede ao verão e antecede o inverno, é o momento solene do boléu na temperatura, do amarelar e queda das folhas. É o “tempo de ocaso”. E ocaso significa pôr-do-sol ou poente, decadência, declínio e ruína, fim, final, termo, morte.

Se o outono se caracteriza por um abaixamento das temperaturas – é a época de transição entre os extremos da temperatura verão-inverno – ele significa a pausa e a moderação. É a natureza a mostrar-nos a sua sabedoria: é preciso deixar partir o que já não serve, para proteger o que é mais importante. Como as árvores, se não deixassem ir as suas folhas não sobreviveriam, queimadas com o frio do inverno. é que os ciclos de respiração da árvore findariam bruscamente, ou seja, o fim da vida.

É verdade que no outono as expectativas que tínhamos começam a murchar, os sonhos parecem declinar como o pôr-do-sol, os nossos projetos parecem amarelar e cair por terra. Mas ai de quem abraça a deceção e a frustração! Será incapaz de resistir ao inverno.

E, afinal, o “tempo de ocaso” que é o outono, também é um desafio para o olhar. Tudo fica mais belo nas cores do por-do-sol. O céu apresenta-se limpo e sereno, de um azul mais profundo e as noites estreladas convidam a apreciar a lua. E, enquanto se vai olhando a lua vale a pena interrogar se o medo e a dúvida são barreiras à realização de ideais. Talvez seja o momento de tomar consciência e assumir uma atitude de compromisso pessoal, desapegando-se daquilo que impede os passos rumo às próximas estações.

Afinal, outono é colheita; não é decadência.

Será que se as castanhas forem comidas devagar, no calor de uma lareira recheada de pessoas, o sabor não é mais intenso?

sábado, 27 de setembro de 2014

Juntos, como sempre

foto: publico.pt
Dizia-me um amigo, há uma semana atrás, que está mortinho que a contenda entre Costa e Seguro acabe. Eu não; porque continuo com a ideia fixa de que ela nunca devia ter nascido. O que não quer dizer que não comungue da mesma opinião do meu amigo. 
Felizmente que é já amanhã!

Ao contrário do meu amigo – que admiro na sua coerência, já que sempre se manteve fiel a António Costa – quero (e estou convencido disso) que a vitória de amanhã sorria a António José Seguro.

Noutra coisa estou em total sintonia com o meu amigo: segunda-feira, estamos os dois do mesmo lado. Lutando contra um governo que enlameia o país; destrói as pessoas e afunda o nosso orgulho.
Ah!, e tal como o meu amigo, também deixo um desafio: não pensem os defensores locais do governo de Pedro e Paulo que não estamos todos contra as suas diabrites.

Olhar (local) do silêncio II

O Orçamento Participativo 2014 já entrou na fase de votação. Existem muitas propostas que deveriam ser implementadas independentemente de saírem vencedoras.
Alfredo Oliveira, editorial, Reflexo, setembro 2014

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Amanhã? Isso era dantes

Quem nos bate nas costas de manhã com um sorriso rasgado na boca e com os olhos distantes, mas que, à noite, nos apunhá-la com o mesmo sorriso rasgado e olhar distante, é o quê?
Um hipócrita feito vendedor de templos?
Um anjinho a quem as asas caem ao primeiro sopro da realidade?
Um malandreco que vende a mãe na primeira alteração da cotação do mercado?

Quem nos tenta iludir, feito dono da bondade, não é um ser humano; muito menos um Homem, é uma desilusão.
Pode ser só uma desilusão à portuguesa, mas é.
Há outra definição muito mais clássica: é alguém vestido de fragilidades que se diz capaz de ser futuro.

Amanhã já o calor da ilusão está subjugado ao gelo das promessas pro cumprir. Amanhã, quem será capaz de se manter de pé?

Olhar (local) do silêncio

A divisão dos taipenses por essas propostas [do Orçamento Participativo], acreditamos, será o maior problema para que uma delas venha a ser aprovada.
Alfredo Oliveira, editorial, Reflexo, setembro 2014

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Anéis? Já não há

Portugal Telecom já foi a melhor empresa portuguesa não financeira. Já foi a empresa que mais contribuiu para o investimento, para a inovação, para o emprego e para a modernização de Portugal.
Nicolau Santos, Expresso (Economia), 14.09.20
Não demora também vão os dedos.
E, dizem, que é uma dor muito violenta perder os dedos!

António José Seguro? Claro!

Sou incapaz de ignorar a perspicácia, o empenho e dedicação, o olhar sempre atento sobre tudo o que nos rodeia, a capacidade de inovar e de liderar de António José Seguro. E sou incapaz porque o conheço há tempo suficiente para ter a firme certeza de que a sua coerência não deixará que se afaste daquilo em que acredita e de defender com a garra que lhe é peculiar, o melhor para Portugal.

Daí que não tenho nenhuma dúvida de que o desígnio do secretário-geral do PS para o país – que, na governação de direita, nos faz sofrer, a cada instante, dores de uma violência tremenda! –, é o homem certo para pegar de frente as realidades doentias que nos consomem e matam; ao mesmo tempo que destroem o nosso orgulho de ser português.

Não duvido da dedicação e capacidade de trabalho de António José Seguro, da equipa de trabalho que liderará muito brevemente para dar um novo rumo a um país que não para de perder o norte.

Só quem tem medo de ser igual a si mesmo, é incoerente ou catavento de oportunismos dirá o contrário.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Parabéns Vila Flor

Guimarães reforça aposta na criação feita a partir da cidade na próxima temporada.
Samuel Silva, Público, 14.09.18
Nove anos depois de o Centro Cultural Vila Flor ter começado a agitar as águas da Cultura no país, já tudo é normal por terras de D. Afonso, no que à criação, programação, exibição,… sei lá que mais terminado em ão diz respeito. O que prova, no mínimo, sublinho, no mínimo, a maturidade dos projetos que nascem e crescem por cá; em terra de quem não se fica à espera que as peras caem da pereira.

Este reforço no que por cá se faz não só prova isso mesmo, como demonstra que comprar coisas porque sim nunca (foi) é solução para a fruição das pessoas.

Tudo solenemente inocentes como dantes

Um ministro não é pessoalmente responsável por tudo o que se passa no seu departamento. Cabe-lhe, porém, tirar consequências pessoais da responsabilidade politica que lhe está cometida.
Fernando Madrinha, Expresso, 14.09. 20
foto: publico.pt
Todos sabemos que há outro caminho para o sucesso de Portugal; um caminho que não passa, em nenhuma circunstância, pela forma descontroladamente negra com que o governo de Pedro e Paulo faz de conta que vai em frente.
Desde logo – e no cerne do que deve ser o futuro: a educação –, contra a forma como se tenta descarregar um camião de areia sobre os olhos dos cidadãos que sabem bem onde é o futuro.
É por isso que aprecio estas duas afirmações: “Crato pede desculpa aos professores e aceita demissão de diretor-geral”, título do Público (14.09.19) que escreve em editorial: “depois de quatro dias em negação e muitos protestos, o ministério admitiu o erro. E já há demissões”.
Fora a demissão do senhor diretor-geral tudo é igual, tudo rola na deriva que Crato quer e o governo solenemente defende: matar depressa o ensino público.

Não há mesmo outro caminho?
Ó se há! E ele está já aí.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

As escadas do poder

O PSD vimaranense, sedento de protagonismo na entrada do novo ano político, saiu da sua sede central e rumou à vila termal de Caldas das Taipas para dizer que quer que a ligação ao AvePark passe pelas vilas de Ponte e Taipas.
Nada de novo, portanto. Só quem tiver memória curta é que não se lembrará de uns panos pretos, ali do lado esquerdo da estrada nacional que liga Guimarães a Barga, na entrada para o parque industrial de S. João de Ponte…

Indo para as Taipas, até parecia que haveria novidades do lado da coligação de direita em Guimarães. Mas não! nada a salientar. Até nas declarações públicas de André Lima, o suporte justificativo é o mesmo da última campanha! São mais do mesmo.
Ah!, só mera curiosidade, que dirá a Estradas de Portugal sobre certos devaneios em Guimarães?


Nota de rodapé: Gostaria muito de ver clarificadas tantas palavras ou afirmações! Como, por exemplo, saber o que é um crime ambiental e económico.

Olhar do silêncio

Está na hora de enfrentar com coragem o entrelaçado económico-social que ganha sempre com a possibilidade de elaboração legislativa à medida do interesse de clientes e amigos. José Manuel Pureza, Diário de Noticias, 14.09.19

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Couros internacional

Training 4 All – T4 All aconteceu em Guimarães. Ali, na nova coqueluche de Guimarães: o complexo multifuncional de Couros.

Training 4? Que vem a ser isto? Ora, ora, coisa simples: um encontro mundial de estudante (de todo o mundo) de Medicina.
Em Couros, estiveram futuros médicos de Malta, Egito, Iraque, Croácia, Dinamarca e Itália.

Couros! Até há pouco tempo, espaço curtíssimo de horizontes que alargou fronteiras na formação médica e ajudou a criar “líderes em saúde”.
Caramba!
E logo na minha terra!

Crescer com estilo

Aventuras de Chicago em Guimarães, terra de Mucho Flow.
Título do Ípsilon, 14.09.12

A 3 de outubro, os Bitchin Bajas montam a sua máquina de sonhos no Centro para os Assuntos da Arte e Arquitetura de Guimarães. É a segunda edição do festival Mucho Flow, organizado pela promotora local Revolve.
Ípsilon, 14.09.12

Ups! Que bom é viver em Guimarães!

domingo, 21 de setembro de 2014

Os dias do fim

Ontem, por entre os sorrisos dos presentes numa festa onde fui convidado a presenciar o corte de umas fitas, fiz o anúncio no meio de todas as luzes: matei o meu irmão.
O quê?
É verdade! Disse publicamente que o meu irmão já não podia continuar na nossa casa; tentando cortar-lhe a garganta, bem ao jeito daqueles tipos vestidos de laranja que matam jornalistas; e preveni-o de que agora é a minha vez.
Assim, do nada?
Pois! Ele andava por aí a fazer um trabalho extraordinário de recuperação da nossa casa e de arrumação do caos instalado que já fazia inveja a todos os vizinhos do nosso bairro. E o nosso bairro tem muita gente…
Mas isso é traição.
Não é; traição é uma palavra muito forte! Nunca deve ser usada entre irmãos; principalmente entre famílias numerosas. E o que eu tive foi azar.
Azar?
Sim. Só lhe passei uma rasteira.
Só?
Só. Ele é que caiu, desamparado, sobre a faca que eu tinha escondida atrás das costas.
Por que não disseste isso diante das pessoas que te convidaram para a festa, sob as luzes que apontavam para ti?
Era o que faltava! É que a seguir eu perdia tudo. E quem suportava a família, depois?
O teu irmão, ao que sei, já se levantou e está mais firme do que nunca. Dizem-me até que está com uma vitalidade e com uma agilidade de fazer inveja. Não seria fácil, agora, espetares-lhe a faca, sabes?
És capaz de ter razão. Mas isto vai durar sempre; é o que te digo! Os meus amigos – muitos até são da família, só que não me largam porque querem a sombra da minha asa – já andam no terreno para lhe tratar da saúde…
O quê?
É verdade! É que o meu irmão é cada vez mais querido por todos e eu não estou a gostar nada; então os que querem a minha asa! Assim…
Não acredito no que estou a ouvir.
Podes crer! Dizia eu que já há muitos que me vão zurzindo a cada instante e dizem que fiz asneira grossa em ter falado em frente de tantas luzes.
Já pensaste em falar sobre o futuro com o teu irmão?
Já, mas agora é ele que não me quer aturar…
Se estivesse no lugar dele que é que fazias?

a cidade gelou

com tanto frio
sobre a cidade os corpos
esquecem – movimentos
mais sensuais.

a cidade arrepia-se
do alto da sua frigidez

com tanto frio na cidade
corpos gelados fogem

a tristeza invade a cidade.

sábado, 20 de setembro de 2014

Miséria e pobreza passeiam por Braga

O BE fez, na quarta-feira dia 10, o que o PS devia ter feito há muito tempo não fosse estar envolvido numa guerra fratricida provocada por António Costa, o presidente da câmara de Lisboa.
Na verdade, Pedro Soares, coordenador distrital do Bloco, e sem papas na língua, denunciou “a forte diminuição dos apoios sociais” no distrito de Braga, pondo o dedo na ferida neste distrito há uma “guerra contra os pobres”, criando-se ainda mais riqueza.

Se o PS, por culpa de António Costa, não se tivesse envolvido numa guerra desnecessária já teria dito há muito como Pedro Soares que, em Braga “há milhares de famílias no distrito a viverem em condições muito piores do que há alguns anos.

Fé de encontros

Jorge Ortiga, arcebispo-primaz de Braga, esteve na freguesia de Gondar, concelho de Guimarães, há poucos dias. Para além de ter inaugurado um espaço interessante de uma freguesia que é uma das referências das dificuldades das pessoas no concelho vimaranense, o arcebispo defendeu a necessidade de as paróquias serem sinónimo de Família.
Percebo tão bem as palavras do arcebispo-primaz de Braga!

É na família que nos juntamos para o convívio, a alegria e a união. E, esta, nos tempos que correm, é fundamental. Diremos todos: É urgente. Urgentíssima.

Infelizmente, sabemos bem que é coisa rara nos sítios, e são muitos, onde certos “deuses” da vaidade ainda não perceberam que não adianta aparecer em grandes paragonas como dirigente desportivo, por exemplo, quando um pároco anda ausente para (e com) as pessoas.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Participar na memória

Em Guimarães há, pelo menos, mais 74 ideias novas que olham o futuro. Coletivo. Cultural. De todos nós.
É o número das ideias admitidas ao Orçamento Participativo. 74! É obra!

Esperemos que não sejam só algumas dentro de parâmetros muito sui generis a ver a luz do dia da concretização.
É que a experiência do último ano deixou pelo caminho coisas muito lindas na área do Ambiente. Propostas elaboradas pela sensibilidade técnica e conhecedora; não pelo oportunismo da bajulação.

Esperemos que este ano as propostas que preservam a memória de Guimarães, ao nível da sua história, não morram num pequeno pedação de muralha ou no desejo de um protagonismo muito para além da vaidade com cor.

Novo deus português

foto: publico.pt

Depois do novo partido, Marinho Pinto cria uma nova religião monoteísta em que o Deus é ele próprio.
O Inimigo Público, 14.09.19

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Acertar o rumo II

Tenho a certeza que se António José Seguro for Primeiro-Ministro, como acredito, se rodeará de uma equipa de qualidade, capaz de ajudar a criar riqueza e emprego, desenvolver a economia e baseá-la cada vez mais o conhecimento, e claro ter um efeito nas pessoas e na qualidade de vida.
Rui Reis, mais guimarães, setembro 2014

Agarrar (já) o futuro *

Investir na resistência urbana e no desenvolvimento de cidades que tenham em atenção as necessidades hídricas é um imperativo, mas também uma oportunidade para o desenvolvimento económico e para a criação de um futuro sustentável.
Ger Bergkamp, diretor-executivo da Associação Internacional da Água, Expresso (Economia), 14.09.13


* para não morrermos na sede de sebastianismos que nascem numa qualquer empresa dita emancipação de serviços.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Guimarães no rumo certo

O concelho de Guimarães registou uma maior recuperação no que diz respeito a emprego do que o concelho de Braga, por exemplo.

Por outro lado – vamos lá ser diretos e objetivos –, caros senhores do PSD e do PP, Guimarães foi o concelho que mais empregos líquidos criou e que, simultaneamente, foi capaz de reduzir em 17% o número de pessoas sem trabalho.

Da próxima vez que, por exemplo, na AM de Guimarães, os senhores do governo – perdão!, dos partidos que (ainda) suportam o governo de Portugal – vierem com tretas de microfone aberto, importa que tenham à mão os últimos e atualizados dados sobre emprego/desemprego e criação de emprego em Portugal.

Olhar do silêncio III

O individualismo, o materialismo, a ausência de causas e a irrelevância das ideologias que jazem em paz entre os escombros do Muro de Berlim são apontados como os males que levaram os nossos jovens a atravessar a Europa para aprenderem a cortar cabeças. (…) A culpa, no fundo, é do capitalismo.
Inês Teotónio Pereira, i, 14.09.13

Olhar do silêncio II

Despesa das famílias com saúde aumentou quando baixou
a do SNS.

Título, i, 14.09.13

Olhar do silêncio

Umas eleições primárias poderiam e deveriam estimular um verdadeiro confronto de propostas sérias e bem fundamentadas.
Francisco Assis, Público, 14.09.11

olhando a cidade III

  O que ainda falta em Portugal é a presença vegetal. As cidades são muito cinzentas , especialmente na periferia. Sónia Lavadinho, consulto...