soará o
silêncio; garantia de uma revolução
a pintar o
futuro nas histórias de sobreviventes?
a chuva deu
trégua; a paisagem
continua
apática, sem respostas
sim!, meu amor,
estou mesmo dentro
da nova
revolução: tão digital, tão pronta
a isolar o
desejo e as revoluções
a chuva cresce;
esmagando a paisagem. tão apática!
o silêncio soou;
outra vez – tantas vezes!
entre as
perguntas do tempo que nos leva à deriva.
vestidos de
fantasma