segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Portugal a morrer

A democracia exige um espaço público vivo.
Miguel Laranjeiro, Revista Politica (dezembro 2013)
A ONU avisa que Portugal pode regredir no índice de Desenvolvimento Humano – uma escala/índice que avalia o desenvolvimento humano em 187 países.
A ONU alerta que os cortes nos rendimentos dos portugueses “estão a levar a uma transferência de parte das despesas para os cidadãos o que, na opinião dos responsáveis daquela organização mundial, acaba por “aumentar de forma contraproducente a despesa com prestações sociais e por gerar iniquidades”, que são obstáculos ao crescimento sustentável ao mesmo tempo que aumentam o risco de crises económicas e financeiras.

Espero que só seja impressão minha, mas parece-me estar a ver tanta gente a esfregar as mãos de felicidade. Então nos partidos que sustentam o governo de Pedro e Paulo… sim, mesmo em Guimarães.

Não seria má ideia para estes fazer uma boa leitura do livro de J. Rentes de Carvalho “Portugal, a Flor e a Foice”. Bem sei que é de 1975 (muito embora só este ano tenha sido editado por cá) mas é tão atual.

Olhar (local) do silêncio

Com O Trabalho, podemos ver o papel central do trabalho na vida de Guimarães, na transição do século XIX para o século XX.
Samuel Silva, 2 (Público), 14.08.03

domingo, 3 de agosto de 2014

Balelas, balelas; balelas

Na edição do Público de hoje leio:
Portugal tem de decidir que vozes quer ter na frente europeia: vozes capazes de avaliar e rever as regras europeias onde elas estão mal, ou vozes de cumprimento submisso, vozes de parceiro responsável ou vozes de periferia politica.
Maria João Rodrigues
O Governo português escolheu o seu comissário a pensar no seu interesse interno.
Teresa de Sousa

E concluo: o governo anda a brincar com Portugal.

Olhar vitoriano

foto: jn.pt
Já prometi publicamente que iria ser sócio do Vitória de Guimarães. Eu e o meu filho.
Rui Reis, Reflexo, julho 2014

sábado, 2 de agosto de 2014

nenhum homem é sempre herói (nem para o seu escudeiro)

neste verão não abandones
o teu corpo
em lado nenhum.

(mesmo que tudo venha da vacuidade
que percorre entranhas sem conteúdo)

neste verão não abandones o teu corpo
seja onde for; ainda que a chuva
te prometa a costa de uma qualquer terra
nova; de fantasia. toda ilusão por inventar.

este verão não abandones
o teu corpo

a não ser em porto seguro.

Em frente que o futuro é já amanhã

Na impossibilidade de sermos sábios todo o ano, deus deu-nos a silly season. A silly season faz-nos falta: demasiada realidade não se aguenta.
Ana Cristina Leonardo, atual, 14.07.26
E pronto! Lá se foram as minhas férias.
Foram boas; enquanto duraram. Agora é só olhar em frente. Seguir em frente e não ligar às silly season que se inventam sobre o vazio da estação.
E, por que não, rumo a um porto mais seguro?

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Acabar com a cultura do ruído

Satisfação é quando mudamos a vida de alguém.
António José Seguro, Visão, 14.07.31
É este o António que conheci. Há quase trinta anos. No Rodizio, Sintra. Era ele presidente do Conselho Nacional de Juventude (CNJ). Dava eu os primeiros passos nos órgãos nacionais do Corpo Nacional de Escutas (CNE). Pela mão do Tó João, que viria a ser chefe nacional do CNE.
Obrigado João Paulo Feijoo – peça fundamental no crescimento do escutismo (e do escotismo) na Lusfonia. Sem a tua apresentação talvez não conhecesse de perto o próximo primeiro-ministro de Portugal.

Ah! Já passaram anos suficientes para não ter dúvidas: António José Seguro, o secretário-geral do PS, sempre soube o que é melhor para Portugal. E vai mostrá-lo. Sabe muito bem estar com as pessoas. E, porque não dizê-lo?, é totalmente verdade quando Seguro diz que sente satisfação por mudar a vida das pessoas.

Realidades feitas epopeias IX

    Morre por queda de peso de cima , no acidente, ou por falta de solo e baixo , por velhice. Gonçalo M. Tavares, in  O fim dos Estados Uni...