sexta-feira, 11 de julho de 2014

O futuro esmagado

A ideia de resolver o problema da dívida através da austeridade falhou completamente. A dívida é agora ainda mais insustentável do que era há três anos.
Harld Schumann, Público, 14.07.04
O jornalista alemão que, em Portugal, terá tido dificuldades junto do governo de Pedro e Paulo, não tem dúvidas que a “austeridade falhou completamente”.
Quem olha para o que se passa no BES, por exemplo, só pode dar razão a José Manuel Pureza  e a Harld Schumann, claro!

Infelizmente para todos nós, o antigo governador civil de Braga e professor na Universidade do Minho Pedro, Bacelar de Vasconcelos, Jornal de Noticias (14.07.04) – “indiferente aos debates que se travam na Europa e fiel seguidor da ortodoxia orçamental germânica, o Governo de Portugal – membro da família do Partido Popular Europeu – não encetou as reformas institucionais para assegurar a sustentabilidade da contenção da despesa pública”, também tem toda a razão.

Até quando vamos continuar a dormir na forma?

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Depressa e bem há pouco quem


Estou convencido que alguma coisa ainda vai acontecer este ano, mas não na dimensão das necessidades da vila e do sonho do presidente de junta, que tem de aprender a lidar com a câmara e sobretudo com Domingos Bragança, evitando ficar encurralado. E desesperado.
Cândido Capela Dias, Reflexo, julho 2014

Olhar do silêncio

Pode ser que a troika e o Governo venham a alcançar tudo o que pretendem. Mas seguramente que, ao contrário do que dizem, no final não teremos melhor Estado mas pior Estado.
Nicolau Santos, Expresso (Economia), 14.07.05

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Nada como os bons exemplos

Foi um mês em que tanto Caldas das Taipas como Guimarães condecoraram pessoas e associações que se destacaram pelos serviços prestados à vila ou ao concelho.
Alfredo Oliveira, editorial do Reflexo, julho 2014

Sabe bem, não sabe?

Não votes no escuro, vota Seguro”. Aqui está o nosso primeiro contributo desinteressado para as primárias socialistas.
Jorge Fiel, subdiretor, Jornal de Noticias, 14.07.05

Ui! Que incitamento!
Há sempre quem olhe – na imprensa portuguesa é cada vez mais raro –, para o futuro.

terça-feira, 8 de julho de 2014

Descentralização? Pois então

José Bastos, o vereador da Cultura na câmara de Guimarães quer “uma efetiva descentralização cultural” em terras de D. Afonso.
Daí que o município vimaranense esteja fortemente empenhado em criar um projeto – que, pelos vistos, avançará já a seguir às férias – que leve uma nova dinâmica cultural às freguesias. Uma dinâmica que comece, ainda que lentamente, a ganhar uma rotina própria, local e com identidade muito peculiar. Vindo de quem vem esta ideia não me surpreende nem um bocadinho.

O que me pode surpreender (ou não!) é a recetividade que alguns presidentes de junta, sempre prontos a disparar baba e ranho (é assim que se diz, não é?) contra o que se faz em Santa Clara, dirão. Ou farão. Como reação a esta excelente ideia de descentralização cultural.
Estou a ver coisas lindas a acontecer em terras vimaranenses. Palavra que estou!
Olha!, por exemplo, a mostra de teatro amador. Ou um festival que tire as bandas da garagem; os vencedores até viriam à cidade. (está explicado o à sombra de deus).

E o espirito santo dita o futuro

Desculpem lá: Bento não tem experiência na banca comercial mas está acima de todas as suspeitas. Mas… um cavaquista como CEO, um ex-deputado do PSD como chairman, um administrador financeiro da confiança de Maria Luís, com um governador social-democrata… porque tinham de alambazar-se? O PSD tomou conta do BES? Caramba, depois do brilharete de Passos na semana passada…
Pedro Santos Guerreiro, Expresso, 14.07.05
Como dá para entender estas palavras de José Manuel Pureza (Diário de Noticias, 14.07,04): “O Banco Espirito Santo é um dos grandes responsáveis pelo gigantismo da dívida externa do País que motivou a intervenção da troika – uma dívida na sua esmagadora maioria privada e cujo resgate pelo Estado passou para todos nós, contribuintes”.

Realidades feitas epopeias IX

    Morre por queda de peso de cima , no acidente, ou por falta de solo e baixo , por velhice. Gonçalo M. Tavares, in  O fim dos Estados Uni...