Foto: rr.sapo.pt
Como provou Luis Filipe Vieira na sessão [comissão
de inquérito ao Novo Banco] desta semana, ser-se caloteiro dispensa sentimento
de culpa e humildade.
Manuel Carvalho, editorial, Público, 21.05.11
Foto: rr.sapo.pt
Como provou Luis Filipe Vieira na sessão [comissão
de inquérito ao Novo Banco] desta semana, ser-se caloteiro dispensa sentimento
de culpa e humildade.
Manuel Carvalho, editorial, Público, 21.05.11
À beira da morte, queres é viver…
Álvaro Costa, E, 17.08.05
No
fim, mesmo à beira da defunção: nunca te rendas aos dias vazios. Nem a pessoas cavas.
Segue,
existindo. Na felicidade dos concertos lindos; mesmo que ruidosos!
São
atos criativos; todas as alegrias. Depois, nos outros dias, já basta a parvoíce
dos arrais apressados, dos patriarcas à procura de si e dos lerdos que se
julgam senhores do mundo.
Coitados!
É,
pois, chegado o momento de seguir em frente.
Terá o meu voto a
candidatura autárquica que terçar armas para a proibição de circulação, exceto
para residentes, pelos transportes coletivos gratuitos em rede eficiente e pelo
desenvolvimento da ferrovia.
Francisco Louçã,
Expresso
(Economia),
21.03.19
Embora
um bocadinho fora de tempo (há realidades que nos ultrapassam, não é?, e
algumas pouco agradáveis) vale a pena olhar com toda a atenção as páginas 16 e
17 do caderno de Economia do semanário Expresso na sua edição do passado
dia 12 de fevereiro.
E
lançar outro olhar, mais atento e pormenorizado, para o mapa inserto na página
17. Entre o verde (da Ferrovia 2020) que cruza o país e
Guimarães há uma linha cinzenta. Literalmente! Sem qualquer tipo de intervenção
prevista.
Por
favor, não falem do que não sabem!
O nosso futuro precisa mesmo que falemos mais de comboios e menos de aeroportos.
David Pontes, editorial, Público, 21.03.19
Só quem não
quiser – ou não for capaz de entender ou fazer de conta; claro! –, é que
continuará a pensar que haverá mais comboio, mais ligações ferroviárias; em
suma investimentos públicos em Portugal no que à ferrovia diz respeito.
(Culpa do senhor Aníbal de Boliqueime tudo se foi!
Agora pode haver, parece que vai haver, recuperação
de material.)
A tal bazuca –
que raio de designação para umas vitaminas! – foi uma invenção bombástica para
jornalista criar manchete.
Já tínhamos percebido
por estes dias com as palavras meiguinhas do senhor Costa!
Nota
de rodapé: “O PSD desde sempre defendeu um repensar da linha de forma a
servir todas as populações e não apenas algumas”. Estas palavras são do anunciado
candidato laranja à autarquia vimaranense. Se este senhor candidato fosse
realista quando fala de ferrovia estaria em condições de ser candidato a Santa
Clara? Provavelmente faria o que o senhor Aníbal de Boliqueime fez.
Costa inaugurou
obra ferroviária por acabar em Viana do Castelo e hoje inaugura a linha TGV
Campanhã-Moscovo.
o Inimigo
Público, 21.04.30
subindo as montanhas;
objetiva sempre afiada
aos altares das
grandes solenidades; vestidas
das identidades
com memórias da infância – não podem
ser atraiçoadas!
prisioneiro do
paradigma branco das marcas
em ascensão –
talvez seja só um olhar
por entre os
incêndios que iluminaram
as últimas
noites tão violentas – ah! as vozes
mais altas
projetam mais os sentidos.
veem mais longe
os silêncios e os frutos das montanhas
no coração das
ilhas.
inquietante dos
dias. ou apenas instantâneos
transparentes?
cores que
iluminam a decência; também
o pejo.
a lua altiva não
para de ofertar dádivas
aos perdidos.
todos temos uma
história; no espaço
da luz
Deem-me um boato e eu mudo de sítio o mundo. Gonçalo M. Tavares, in O fim dos Estados Unidos ( Relógio d’ Água )