sexta-feira, 14 de março de 2014

Palavras de artista

Nas câmaras, sendo uma pessoa honesta, não se ganha dinheiro.
Nicolau Breyner, Revista, 14.03.01



Que pretenderá dizer este artista?

O povo – ai o povo, que saudades! – sempre disse que cada macaco no seu galho.

quinta-feira, 13 de março de 2014

Olhar da semana

É preciso ter muito pouca vergonha para que este Governo, que andou a tomar medidas que prejudicam a natalidade, venha agora dizer que este é um problema que tem de ser combatido.
João Vieira Pereira, Expresso (Economia), 14.02.08

quarta-feira, 12 de março de 2014

PSD e PP querem mesmo destruir-nos III

Portugal não é uma folha em branco. É habitado por pessoas que têm um passado, memórias, expetativas, anseios, medos, direitos e deveres. Mulheres e homens que têm um presente neste país e querem ter esperança, estabilidade e confiança no futuro.
Paulo Trigo Pereira, Público, 14.03.02

terça-feira, 11 de março de 2014

PSD e PP querem mesmo destruir-nos II

A enorme descida salarial conduz o país ao equilíbrio externo mas também a um gravíssimo desequilíbrio social e à incapacidade de resposta das instituições – coisas completamente irrelevantes para o atual Governo.
Nicolau Santos, Expresso (Economia), 14.02-08
Não é sustentável ter pessoas qualificadas em funções pouco qualificadas. Um salário reduzido significa ter alguém desmotivado e certamente não contribui para aumentar a produtividade.
José Miguel Leonardo, líder da Randstad (Portugal), uma empresa de recrutamento de recursos humanos, Expressoemprego, 14.02.08

Sem comentários. São palavras de quem conhece.

segunda-feira, 10 de março de 2014

PSD e PP querem mesmo destruir-nos

Os responsáveis pela política da educação em Portugal dispõem-se a imolar crianças a partir dos dez anos, para as transformar em cabeças brilhantes, mesmo quase amputando a sua educação e formação básicas.
Manuel Pinto, pagina 1, 14.03.04

Estas palavras do professor da UM – infelizmente totalmente vestidas de realismo e de verdades dolorosas que nos atravessam todos os dias – são (mais um) exemplo daquilo que a direita portuguesa (com a ajuda dos amigos europeus e silêncios e conivências terríveis pelo país) nos quer fazer.

Infelizmente estas palavras de Manuel Pinto não ficam nada atrás – por outras razões, mas nada menos humanas – destas outras de Fernando Madrinha (Expresso, 14.02.08): “a um reformado sem mais rendimentos além da pensão com que contava para enfrentar a velhice, e à qual acedeu nos termos que a Lei estabelecia, cortam-se-lhe as pernas sem apelo em agravo, comprometendo-se o equilíbrio precário de uma sociedade em que as reformas já são, em muitos caos, o único sustento de três gerações”.

Seria importante que a direita do PSD e do PP nos dessem um sinal – por mais ténue que fosse – em como quer o professor da UM quer o jornalista do Expresso não estão a exagerar.
Não?
Só no Minho, vá…
Também não?

domingo, 9 de março de 2014

Saída à portuguesa




Biqueiro de Zeca Mendonça é a terceira via entre o programa cautelar e a saída à irlandesa.
oInimigo Público, 14.03.07

sábado, 8 de março de 2014

voluntários do tempo

os heróis nunca morrem; nem mesmo ao avançar
rumo à destruição. o que está a faltar à nossa frente?
quero ver a morte – desejo comunicante com o lugar
sagrado onde se escuta o mundo. e se toma na mão a vida
dos protestos mais dinâmicos e coloridos.

celebrar a noite por aí? é sempre um olhar
em frente. a morte sai à rua; em confrontos
com heróis improváveis. e eu vou; em frente
há um acordo de tréguas – dizem-me
que de mente aberta! – para celebrar a noite
por aí. estou pronto a voltar à feira do passado
e fintar a meta. amanhã. desejo para escutar
o mundo à minha frente.

(os heróis nunca morrem; são carisma
incontornável de artesãos do amor.)

e avançar. sempre destruindo
o lugar incómodo do silêncio. onde vivem os heróis.

Realidades feitas Epopeia IX

  Deem-me um boato e eu mudo de sítio o mundo. Gonçalo M. Tavares, in  O fim dos Estados Unidos  ( Relógio d’ Água )