A grande
questão que hoje nos conforta é a de saber se a democracia conseguirá
sobreviver – enquanto garantia da conciliação da liberdade e da igualdade como
direitos universais – àquela “diversidade quase atroz” de que testemunha o
narrador fictício da “Lotaria na Babilónia” – o conto admirável de Jorge Luís
Borges.
Pedro
Bacelar de Vasconcelos, Jornal de Noticias, 15.04.09
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