terça-feira, 22 de abril de 2014

Os tempos são iguais

É curioso como a metáfora (ou mito ou fé) em que se baseia a nossa civilização parte da derrota de um homem, perante o poder e o seu próprio povo. Um homem que se diz filho de Deus acaba crucificado. Um par de séculos depois esse homem é o símbolo perante o qual reis se ajoelham, juram e prometem.
Henrique Monteiro, Expresso, 14.04.18

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Realidades feitas Epopeia IX

  Deem-me um boato e eu mudo de sítio o mundo. Gonçalo M. Tavares, in  O fim dos Estados Unidos  ( Relógio d’ Água )