outra vez o vento; a infância e as ervas verdes – quase a dessecarem
(recordo tão bem o carvalho do lado esquerdo do caminho;
mesmo encostado ao muro onde a fotossíntese luminosa das pedras
musgosas separava o passado saído do monte do caminho de ensaibro
que me levava á escola!)
silenciosa e despida nas folhas e nos meninos – desfrutando
de uma roda para extrair água do poço; dizem que seco!
o recreio empedrou-se e magoa os corpos.
vestiram- se de cimento e dor ensanguentada por entre o mato também morto
e nós, sentados à beira do que resta,
inventamos um tempo que não se mede em olhares.
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