quinta-feira, 20 de maio de 2021

Olhar (local) da semana

E quando Guimarães se esventra e as obras demoram medievais eternidades, porque, parece, já não há calceteiros suficientes, era bom que de marreta em punho e prumo por perto, aprendêssemos a arte tão nobre de tapar buracos

Rui Vítor Costa, O Comércio de Guimarães, 21.05.19


 

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Realidades feitas Epopeia IX

  Deem-me um boato e eu mudo de sítio o mundo. Gonçalo M. Tavares, in  O fim dos Estados Unidos  ( Relógio d’ Água )