corta o comboio; comboio de fogo
em combustão
morna
a libertação dos
seios; matéria dada
e o teu silêncio
já habita a rua!
a luz ao fundo
do túnel?
não sei
desviei-me do
comboio;
em grande
velocidade
Deem-me um boato e eu mudo de sítio o mundo. Gonçalo M. Tavares, in O fim dos Estados Unidos ( Relógio d’ Água )
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