sexta-feira, 20 de novembro de 2020

canções de liberdade

Foto: José Paulo Lopes (ComUM)

ouvir jazz no desadormecer; mesmo ao destruir

dos silêncios mais claros

revelou-se uma cena fixe; a música inalterável;

excecional e o silêncio da plateia – religioso!

 

o palco em cores e sons

fortes como os sons da noite

a música; o jazz

guimarães continua estranha; que bom!

 

som e mais som que se entranha

logo pela manhã. o palco em cores e sons

fortes como os sons da noite.

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Realidades feitas Epopeia IX

  Deem-me um boato e eu mudo de sítio o mundo. Gonçalo M. Tavares, in  O fim dos Estados Unidos  ( Relógio d’ Água )