hoje não vamos; não vamos
não. é pela
chuva copiosa; não
vamos
o frio é do mais
intenso
enfadonho. vamos
depois?
sim!
todos vamos para
o frio do fim
Deem-me um boato e eu mudo de sítio o mundo. Gonçalo M. Tavares, in O fim dos Estados Unidos ( Relógio d’ Água )
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