quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Mata, mata e mata II

 
Nunca me foi dado o poder de julgar os outros, por isso, continuarei por aqui, olhando a estúpida estupidez dos vendedores de água que julgam dominar a nascente.
Coitados!
Nem sabem onde estão as pessoas que a bebe!

E não é que julgam que têm o poder de que nunca foram investidos?

Sem comentários:

Realidades feitas Epopeia IX

  Deem-me um boato e eu mudo de sítio o mundo. Gonçalo M. Tavares, in  O fim dos Estados Unidos  ( Relógio d’ Água )