Eis que tudo
muda!
Até a forma como
nos esgotamos.
Esgotamento
nos anos 80 era “coisa de mulher que não aguentara” e que teve problemas “lá em
casa”. Burnout, quando apareceu, era cena de tipo com massa – que sucumbira ao
peso da responsabilidade. O esgotamento era mais Quarteira, o burnout era mais
Comporta.
(Luís Pedro Nunes, E,
21.09.17)
E fruto de
mudanças, nos próximos dias este espaço de olhar no silêncio entrará em
hibernação.
Confesso, no entanto, que sou mais do tempo do esgotamento; noutros anos.
Sem comentários:
Enviar um comentário