deixar-te a
pensar com a mão
no corrimão; apetece-me
desligar-te a
luz
fazer-te
caminhar sem rumo
apetece-me remeter
uma mensagem
pequena; das que
nos unem
junto à porta
aberta
onde a luz do
corrimão
nos influencia
tudo.
Deem-me um boato e eu mudo de sítio o mundo. Gonçalo M. Tavares, in O fim dos Estados Unidos ( Relógio d’ Água )
Sem comentários:
Enviar um comentário