onde a morte
gosta de morar; mostrando-se
em construções
com selo social, o tempo constrói
as marcas pobres
– da pobreza
(onde as mulheres são sempre
guardiãs
da
memória e viagem aos olhares
de
futuro? não sou capaz de imaginar o fim)
bunga; encenando
ciclos da construção
e destruição
(explora condições de
despojamento
e
nomadismo)
– uma imagem de
tantas misérias; há palavras
e olhares que
parecem rosas; ao lado da sala
em penumbra.
completamente encenada
na arquitetura
da vida
onde a morte
gosta de morar; ao teu lado