António
Costa, a quem não posso pedir desculpa por existir, peço desculpa pelo incómodo
de existir.De pensar pela minha cabeça. Por estar aqui. Por andar por aí.
João
Vieira Pereira, Expresso, 15.05.01
António
Costa, a quem não posso pedir desculpa por existir, peço desculpa pelo incómodo
de existir.Deem-me um boato e eu mudo de sítio o mundo. Gonçalo M. Tavares, in O fim dos Estados Unidos ( Relógio d’ Água )
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