Tão perigosas são as mensagens que se tenta passar: em primeiro lugar, que quem defende políticas de reversão da tragédia social, ou até humanitária, só pode ser um radical de extrema-esquerda (quando ainda há pouco seria visto como um moderado social-democrata); em segundo lugar; que quem está numa posição de fragilidade não pode fazer outra coisa senão ser subserviente e aceitar tudo o que lhe é imposto.
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