sexta-feira, 4 de julho de 2014

Eterno instante

No documento de trabalho que estará na base ao Sínodo dos bispos sobre a Família, a decorrer em outubro próximo no Vaticano, e muito embora se vinque que “não haverá mudanças doutrinais”, fica claro que a igreja católica “deve julgar menos e ser mais acolhedora para com os fiéis que vivem em situações contrárias à sua doutrina, sejam os casais homossexuais, sejam os divorciados que voltam a casar”.
É uma mudança. Pequena, mas é.
Pode ser que seja uma janela a manter aberta. E deixa entrar um pouco da brisa refrescante que vem sacudindo a igreja católica.

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