quinta-feira, 7 de maio de 2015
quarta-feira, 6 de maio de 2015
Competências certas
A luz é uma
parte tão grande do nosso dia-a-dia que já foi deus, conhecimento, sol,
nascimento, lâmpada e o caminho certo.
Vítor
Cardoso, 2, 15.03.22
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foto: greensavers.sapo.pt
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E, vinque-se
muito bem vincado, subiu onze – outra vez! – onze posições em relação ao último
ano.
Ena!
Não direi
mais nada (por agora) a não ser Parabéns.
Parabéns
senhor reitor e à excelente equipa que o acompanha; na reitoria e na
universidade.terça-feira, 5 de maio de 2015
Olhar do silêncio
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| foto: pt.linkedin.com |
João Adelino Faria, Dinheiro Vivo, 15.05.02
Refúgio da demência
Um hospital
constrói-se em poucos meses, se necessário, deus é grande, os lobos são muitos,
os médicos assobiam e cantam para esquecer o medo e talvez venha ajuda do céu.
Gonçalo M.
Tavares, in animalescos
A comissão
de utentes do hospital de Guimarães não para a sua contenda para que a
assembleia da República revogue a Portaria 82/2014.
Sim! Aquela
estapafúrdia portaria que mata o centro hospitalar do Ave, em Guimarães.
Ah! Dizem os
senhores que compõem aquela comissão de utentes que querem sensibilizar as
pessoas – vimaranenses ou não – que são potenciais utentes daquele hospital
para a gravidade das consequências para Guimarães com a aplicação da tal
portaria pirata. Como, aliás, bem sabemos todos nós vimaranenses que ainda há
pouco tempo assinamos uma petição nesse sentido. Apagada da memória parlamentar
portuguesa por quem está a leste do que se passa em terras de D. Afonso.
Como
adoraria ver publicada (que é como quem diz) tornada pública – com coragem e
dignidade – a posição do PSD e do CDS locais; e claro!, do diretor do hospital
que ganha prémios por diminuir custos à custa das dores das pessoas e do
massacre dos profissionais de saúde.segunda-feira, 4 de maio de 2015
Olhar (local) do silêncio
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foto: pedro carvalho
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João Reis,
Ataque, 15.05.02
“É a liberdade, António Costa”
António
Costa, a quem não posso pedir desculpa por existir, peço desculpa pelo incómodo
de existir.De pensar pela minha cabeça. Por estar aqui. Por andar por aí.
João
Vieira Pereira, Expresso, 15.05.01
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