quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

As obrigações sociais são de quem?

Num texto de José Paulo Silva e a propósito das redes de intervenção social dos municípios, o jornal Correio do Minho questiona “até que ponto não se poderia contar mais” com a igreja católica, desde logo, pode ler-se na peça jornalística, como forma de “articular mais as reflexões e as soluções dos problemas”.
É uma boa questão, não fosse o estado, cada vez mais, se afastar da sua grande missão que é o Estado Social. Tudo o que se possa dizer a seguir estará a mais.

Quem leu o texto dirá que Jorge Ortiga, arcebispo de Braga, disse ao jornal bracarense que “não podemos prescindir do Estado Social, mas a sociedade também tem as suas obrigações”. Está certo. Mas a obrigação da sociedade, no contexto, ou melhor, no estado em que ela está – pobre, tesa e sem saídas – é apenas um exercício de retórica.
Por isso, o que importa valorizar e vincar de forma veemente é que continua a ser grave o afastamento que o estado, pela mão do ministro Mota Soares, tem vindo a fazer: entregar a privados, estejam eles organizados de forma coletiva ou individual, o que devia ser público. E nisso, sim, a sociedade tem as suas obrigações.

Infelizmente ela já está completamente hipnotizada!

Grande Homem

foto: jornalacores9.net
António José Seguro, além da hombridade com que encarou a derrota, soube assumir, depois dela, um comportamento exemplar.
Fernando Madrinha, Expresso, 15.01.03

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Reconhecimento de classe

foto: uminho.pt
O Laboratório 3Bs, que a Universidade do Minho tem ali em Barco, no Avepark, acaba de receber uma confirmação mais do que justa: a Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) classificou-o de excelente.

Excelente notícia!

Olhar do silêncio

foto: expresso.sapo.pt
[António Costa] será ele o próximo primeiro-ministro. É a alternância a funcionar, e ao contrário do que dirão incautos e tonitruantes esquerdistas, a alteração não será de monta. Costa fará acordos à sua direita. À mesma que, por ter estado no poder nos anos piores da crise, perde.
Henrique Monteiro, Expresso, 15.01.03

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Palavras de mestre

foto: record.xl.pt
Os jogadores são como os discos rígidos: quando são novos, assimilam toda a informação, mas quando são velhos e cheios de vírus, torna-se mais complicado instalar os programas que pretendemos.
Rui Vitória, Sábado, 14.12.30