segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
O sucesso nem sempre é o trabalho!
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| foto: publico.pt |
E não é que
Rui Moreira está totalmente vestido de razão?!
Vinque-se,
pois, o seu grito: “é assim que o Porto, o norte e o país perdido têm sido
tratados”.
E nós,
nortenhos sempre prontos a defender de forma calendarizada as nossas
necessidades, vamos esperar para quando para dizer que o centralismo lisboeta
nos mata sempre; lenta e discretamente, discriminada e abusivamente?
Ah!, diz Rui
Moreira que o COMPETE (a que o governo pomposamente chama de programa
operacional fatores de competitividade) é “um rapto de fundos que deviam ser
destinados às regiões de coesão”.
Caramba!
domingo, 4 de janeiro de 2015
vaidades dos dias
eu sei! mas
não te reconheci
agora tens o
cabelo mais do que loiro
a que horas
é o teu voo?
vou contigo
proteção
deslumbrante: mais simples de escolher
esse olhar.
já não gosto tanto – como lhe chamarei?
do teu
vestido de seda.
a que horas
é o teu voo?
vou contigo
temos já
umas encomendas
não, não
faças isso. as pernas estão presas
e uma
exibição do corpo perder-se-á no ar.
sabes? nos
dias que correm toda a gente quer uma crica.
sábado, 3 de janeiro de 2015
Realidades bem diferentes
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| foto: facebook |
Ponto prévio: conheço o Orlando Coutinho, atual líder do CDS/PP em Guimarães, há um bom par de anos. Dos tempos em que o Orlando foi presidente do Conselho Municipal da Juventude (CMJ). Faço questão de recordar a cobertura que fiz da sua tomada de posse para o jornal onde trabalhava na altura, pela importância acrescida de que o atual vereador da CDU na câmara de Guimarães, fez como presidente do CICP (penso que ainda é): o Torcato disponibilizou naquele espaço histórico das Dominicas, uma sala para que o CMJ tivesse uma casa.
1. Feito este pronto prévio para acertar a memória, e sublinhando que desde essa altura nutro uma especial e particular amizade pelo Orlando Coutinho, passo a afirmar:
2. Há um CDS escondido no atual PP, de Paulo Portas, que está ali (naquele partido, pois claro!) muito mal.
São pessoas que sempre souberam olhar – por exemplo para a doutrina social da igreja católica ou para as realidades sociais e para as dores que vão destruindo cada vez mais pessoas –, para o outro. E de uma forma bem mais exemplar do que a que nos tempos que correm, outros olham (ou dizem em certos altares, que olham).
3. Por agora não me alargarei em mais comentários. Limito-me a afirmar que acredito – sinceramente e sem nenhuma dor partidária – que essas pessoas do CDS estarão assustadas com o rumo social que a região e Portugal vão tomando.
Nota final – Recordo uma afirmação recente do líder centrista vimaranense, a propósito dos 40 anos do seu partido: “o CDS esteve sempre no pulsar das principais medidas do poder municipal no poder ou na oposição”, recordando o papel de Joaquim Cosme no executivo vimaranense.
Pessoalmente considero da mais elementar justiça recordar outro nome importante do CDS de Guimarães: José António Pinheiro. Com um papel intenso e vincado na vereação da cultura vimaranense.
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