sábado, 27 de dezembro de 2014

Ensejo para a criação portuguesa

foto: circusnext.eu
A Oficina está a “lançar as bases para uma nova realidade e também para que os artistas sintam essa urgência de continuar a criar, porque se sentirem falta de apoio vão desaparecendo”.
E já há algumas pistas: aproveitar o CircusNext, um projeto europeu que aposta no novo circo e que “apoia autores emergentes graças a instituições culturais” de vários países.
Ah! A Oficina é a única representante portuguesa.

Ficaremos todos à espera de novas criações. Por mais que certos garrotes tentem sufocar o que de bom se faz em Guimarães.

País gordo de tão pobre

O país está gordo” é o título do jornal Público para uma excelente peça jornalística de Alexandra Lucas Coelho, a propósito do relatório “Portugal – Alimentação saudável em Números”, onde fica claro que há no nosso país uma população “a perder anos de vida saudável por causa da forma como se alimenta”.
Faz lembrar outros tempos!
Tempos em que o pão de cevada alimentava mulheres inchadas que enganavam a forma com que vestiam os campos de sol a sol.


Ah! Nem de propósito este título do Expresso (14.12.20): Crianças comem 20 pacotes de açúcar por dias. Título para um texto de Vera Lúcia Arreigso e onde se pode ler que unidade públicas não têm nutricionistas para responder à procura crescente. Lucra o sector privado.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Olhar presente

Foto: afreaka.com.br
A cultura, sempre tão menorizada quando se trata de conter despesas e corta orçamentos, tem um papel transformador da própria economia. 
Inês Cardoso, Jornal de Noticias, 14.12.21

Sim, Guimarães tem que ser

Guimarães deve integrar a rota do românico?
Não sei se deve, mas pode, com toda a certeza.
É verdade que há muitos exemplos (como o de Conde) escondidos pelo betão, mas não deixa de ver verdade que no concelho de Guimarães – desde a ponte do Soeiro (foto), em Serzedelo (a precisar urgentemente de ajuda) a Roldes, em Fermentões, ou Selho S. Lourenço – há belos exemplos do que de bom os romanos deixaram na Península Ibérica.. Ah! e a ponte de Campelos então!
Acredito que se já se fala no assunto, vem aí proposta seriamente fundamentada.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Olhar do silêncio II

Aí está o “Portugal moderno” que o Governo PSD/CDS tem estado a construir com a politica de austeridade e á boleia destas: um modelo de caridade assistencialista para cuidar do Portugal dos pobrezinhos. (…) é a criação de toda uma teia, como as de filantropia, que o Governo incrementa para consolidar politicas de miserabilismo.
Manuel Carvalho da Silva, Jornal de Noticias, 14.12.20