terça-feira, 25 de novembro de 2014

Pouco menos do que a realidade mórbida

Torcato Ribeiro, no período de antes da ordem do dia, na última reunião do executivo municipal vimaranense, perguntou qual será (é) a opinião da câmara de Guimarães sobre o adiamento da dissolução de uma das associações de municípios que já foi referência em Portugal, mas que agora está morta e estende o seu fantasma para além da normal normalidade dos dias, a associação de municípios do vale do Ave (AMAVE).
Resposta (depois de muitas variáveis): “existem, muitos processos a seguir trâmites nas vias judiciais”.

Ui! Amanhã quando, não se sabendo quem liquida em comissão própria, não haverá quem tenha mão nas palavras – seja de que dimensão for, sobre uma associação que foi excelente; foi morrendo e, moribunda, faz de conta que amanhã ainda se fazem coisas.

Vultos feitos penumbra

Escreve Paula Maia no Correio do Minho que cerca de “400 funcionários do Centro Distrital de Segurança Social de Braga protestaram” na última quarta-feira “contra a requalificação que o governo está a colocar em marcha”.
O diário bracarense não tem dúvidas sobre o que o ministro da mota e o vimaranense que destrói o que resta de segurança social no distrito de Braga vêm fazendo.
Ah! Está em curso um processo de requalificação que é “um despedimento encapotado”.
Leitura correta do diário bracarense.

Importaria, pelo que significa para a região, perceber onde (e como se posicionam) andam Ricardo Rio e André Lima.

Não basta fazer de conta que se está a trabalhar no futuro da região – Perdão! É o que certa retórica parece querer fazer passar. Importa olhar, por favor, para a destruição das pessoas que acreditaram na boa fé das palavras bonitas. Como as que foram dirigidas aos trabalhadores de Pevidém, ou melhor, do infantário local.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

O mesmo desalento; sempre

Se a proposta fosse a votos, votaria contra, assim como muitos deputados socialistas. Foi positivo o recuo.
Miguel Laranjeiro, Jornal de Noticias, 14.11.22
foto: extra.globo.com
Vivemos num país de loucos; de pessoas que sobem até ao pedestal mais próximo para criarem ou manterem mordomias que só dão para alguns.
Quando, por exemplo, o BE diz que o governo de Portugal é o mesmo que “cortou pensões e salários” e que “vem agora dizer que, afinal, tem dinheiro para repor os privilégios dos políticos”, está a bater na tecla certa da realidade parva que vai atravessando uma certa forma de fazer política em Portugal.
Para já, os chefes dos dois partidos mais votados decidiram que, afinal, essa coisa das subvenções vitalícias não é para levar a sério. Mas, sublinhe-se, é só para já.
Depois das próximas eleições legislativas vamos ver onde nos levam as pessoas que sobem até ao pedestal para manter mordomias.
Ocorre-me, ao pensar nesta triste realidade à portuguesa uma pergunta que nunca nos sai da cabeça quando tudo está mal: será que o pior ainda está para vir?

GI em mudança

No próximo sábado, dia 6 de dezembro, pelas 10 horas, os associados do GI-Associação de Profissionais e Colaboradores da Comunicação são chamados a escolher os seus novos órgãos sociais.

É uma situação normal na vida de uma associação, bem sabemos, mas esta chamada à participação das pessoas que integram aquela agremiação fundada em 1976, tem um sabor especial: significa uma injeção de vida.
Os tempos são complicados para o associativismo. É verdade! Mas ficar de braços cruzados nunca foi solução.
Neste momento é uma comissão administrativa, na qual tenho o prazer de colaborar como o Esser Jorge Silva e o Alfredo Oliveira, que vai tentando arrumar a casa. Mas, estamos os três convencidos, isso só até ao próximo dia 6. Porque acreditamos que haverá soluções de futuro nesse dia.
Para já, importa saber que fruto da última Assembleia-Geral extraordinária, para participar na mudança basta só pagar as quotas do ano em curso, uma vez que foi aprovado um perdão de cotas até ao dia 31 de dezembro de 2013.


Ah! todos os associados interessados poderão apresentar as suas listas, nos termos dos estatutos da instituição, até à hora do ato eleitoral.

domingo, 23 de novembro de 2014

Confusões

Cavaco julgava que um visto gold era o convite que Oliveira Costa lhe fez para ser accionista de referência da SLN.
O Inimigo Público, 14.11.21