sexta-feira, 10 de outubro de 2014

E Portugal que parece um cãozinho rafeiro!

A reação de Bruxelas ao aumento do salário mínimo em Portugal revela a pesporrência como nos vê.
Nicolau Santos, Expresso (Economia), 14.10.04
1. Enquanto alguns países europeus dão mostras da sua indignação para com a Alemanha e batem o pé aos exageros germânicos, Portugal, que há muito deixou de ser o bom aluno europeu para se tornar no fiel e cego seguidor da senhora Merkel, faz de conta que por cá se vive bem; que os seus cidadãos não passam fome e que a riqueza não para de aumentar.
Mentira!

2. Manuel Carvalho da Silva (Jornal de Noticias, 14.10.04) quando escreve que, «no caso de Portugal, como de outros países, já não haverá soluções só com os “prudentes”. Os “indignados”, com os seus princípios e programas, são tão ou mais necessários que os “prudentes”», está com toda a razão.

3. É claro que para a direita portuguesa, sedenta da destruição da República e da cidadania, vai tentando esconder que o que está a fazer é um serviço de qualidade aos grandes senhores.

4. Até quando?

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Preservar o bem precioso

foto: flikr.com
Diz Amadeu Portilha, vice-presidente da câmara de Guimarães, que a rede de transportes urbanos em Guimarães é “um bem precioso”.
Completamente de acordo. Só espero que assim continue a ser em terras de D. Afonso.

O vice-presidente da câmara de Guimarães diz que a autarquia vimaranense tudo fará para assegurar essa rede. Os vimaranenses ficam á espera que as necessidades de faturação não se sobreponham a tudo o resto.
Desde logo a servir as pessoas.

Realidade ou ficção?

Observemos o nosso primeiro-ministro, para além da contingência do cargo que ocupa e das manigâncias ocultas do seu passado (…). Observemo-lo como figura ou tipo e chamemos-lhe Pedro Manuel, como se fosse uma personagem literária. (…) É, digamos assim, um homem pós-histórico, que vive como se estivesse morto desde sempre.
António Guerreiro, Ípsilon, 14.10.03

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

E se houvesse articulação?

Às vezes, em Guimarães, há explosões. E os fins de semana ficam tão cheios, tão cheios que as pessoas nem sabem para que lado se hão de virar.
Foi o que aconteceu no último fim de semana; foram tantas, tantas as iniciativas que os cérebros quase explodiram.

Custaria muito espalhar um pouco mais as diferentes realizações?
Até porque há momentos, semana seguidas até, que o tédio arruma o desejo de sair de casa.

Obrigado por estarmos juntos

foto: economico.sapo.pt
Com a distância necessária; o bom senso no seu devido lugar e a garantia de que as minhas lentes não se deixam encandear facilmente por qualquer luminosidade saída do escuro mais escuro de um qualquer recanto, e mantendo-me fiel ao que impus a mim mesmo, não posso deixar passar em claro este título do Jornal de Noticias (14.09.29): “Costa esquece um terço do PS no discurso da vitória”.

Não gosto desta realidade!

No dia da sua retirada da cena política portuguesa, só posso dirigir-me a António José Seguro: obrigado por termos caminhado juntos.
Novos horizontes estão aí para o terço que bem sabe que “palavra dada, não volta atrás”.