sábado, 27 de setembro de 2014

Juntos, como sempre

foto: publico.pt
Dizia-me um amigo, há uma semana atrás, que está mortinho que a contenda entre Costa e Seguro acabe. Eu não; porque continuo com a ideia fixa de que ela nunca devia ter nascido. O que não quer dizer que não comungue da mesma opinião do meu amigo. 
Felizmente que é já amanhã!

Ao contrário do meu amigo – que admiro na sua coerência, já que sempre se manteve fiel a António Costa – quero (e estou convencido disso) que a vitória de amanhã sorria a António José Seguro.

Noutra coisa estou em total sintonia com o meu amigo: segunda-feira, estamos os dois do mesmo lado. Lutando contra um governo que enlameia o país; destrói as pessoas e afunda o nosso orgulho.
Ah!, e tal como o meu amigo, também deixo um desafio: não pensem os defensores locais do governo de Pedro e Paulo que não estamos todos contra as suas diabrites.

Olhar (local) do silêncio II

O Orçamento Participativo 2014 já entrou na fase de votação. Existem muitas propostas que deveriam ser implementadas independentemente de saírem vencedoras.
Alfredo Oliveira, editorial, Reflexo, setembro 2014

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Amanhã? Isso era dantes

Quem nos bate nas costas de manhã com um sorriso rasgado na boca e com os olhos distantes, mas que, à noite, nos apunhá-la com o mesmo sorriso rasgado e olhar distante, é o quê?
Um hipócrita feito vendedor de templos?
Um anjinho a quem as asas caem ao primeiro sopro da realidade?
Um malandreco que vende a mãe na primeira alteração da cotação do mercado?

Quem nos tenta iludir, feito dono da bondade, não é um ser humano; muito menos um Homem, é uma desilusão.
Pode ser só uma desilusão à portuguesa, mas é.
Há outra definição muito mais clássica: é alguém vestido de fragilidades que se diz capaz de ser futuro.

Amanhã já o calor da ilusão está subjugado ao gelo das promessas pro cumprir. Amanhã, quem será capaz de se manter de pé?

Olhar (local) do silêncio

A divisão dos taipenses por essas propostas [do Orçamento Participativo], acreditamos, será o maior problema para que uma delas venha a ser aprovada.
Alfredo Oliveira, editorial, Reflexo, setembro 2014

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Anéis? Já não há

Portugal Telecom já foi a melhor empresa portuguesa não financeira. Já foi a empresa que mais contribuiu para o investimento, para a inovação, para o emprego e para a modernização de Portugal.
Nicolau Santos, Expresso (Economia), 14.09.20
Não demora também vão os dedos.
E, dizem, que é uma dor muito violenta perder os dedos!