quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Ilusão de um país à deriva

Professores que aceitarem rescisão vão ser chamados a assinar novo acordo.
Título do Público, 14.09.05


Parece aquelas pessoas que ficaram desempregadas de uma indústria do setor têxtil que foram chamadas pelo Centro de Emprego para trabalharem na mesma empresa!
Caramba!

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

E o BES?

Cavaco Silva publicou no site da Presidência da República as declarações feitas em 21 de julho sobre o BES. Persiste assim a estranha prática de remeter para declarações passadas, em vez de responder diretamente às questões que lhe são feitas.
Pedro Lima (Baixos), Expresso, 14.09.15

Num país onde o “salve-se quem puder” é uma constante feita de ingratidão e palavras ocas, o editorial do Expresso (14.09.15) faz pensar: «Para se “defender” o Presidente [da República] acabou por isolar ainda mais o governador do Banco de Portugal. Ora as instituições estão acima das agendas pessoais».

Daí que valha a pena olhar para estas palavras de Luis Marques, Expresso (Economia), 14.09.15: “o que vai acontecer a Ricardo Salgado? (…) Por agora caiu um manto de pesado silêncio sobre o caso. É o tempo de todas as investigações. Depois, é imperativo que o país tome conhecimento de toda a verdade. (…) Ricardo Gonçalves sabe muito mais do que aquilo que podemos imaginar. Ele é o homem-bomba, que tira o sono de muita gente”.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

As dores que matam à distância

foto: sol.pt
Considero o caso do GES/BES muito mais sério e grave do que o do BPN. (…) Um dia vai ser preciso reunir historiadores, economistas e psiquiatras para perceber isto.
Fernando Urrich, Revista, 14.09.06

O tempo que dá sempre razão à razão!

Olhar do silêncio

É em Portugal onde as empresas do Estado, controladas por tipos do Governo, fazem contratos à medida de empresários, uns mais desconhecidos que outros, que financiam os seus partidos.
Pedro Santos Guerreiro, Expresso, 14.09.05

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Que tristeza!

Por que razão o governo do meu país colocou o desemprego na minha região muito acima do registado pelo IEFP?

Será mesmo por no distrito bracarense quem decide tudo o que diz respeito às dores e ao futuro violento das pessoas que, ou trabalharam uma vida inteira e agora estão sem apoios ou não têm fontes de subsistência, é um vimaranense?
Não pode ser, pois não?