sábado, 30 de agosto de 2014

Desiludidos?

Jornalistas que viam em António Costa um messias, desiludidos por ele dizer que ‘não ressuscita mortos’.
O Inimigo Público, 14.08.29

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Ausência estranha


foto: cimj.org/politicanofeminino/

Sónia Fertuzinhos, que para além de deputada na Assembleia da República, é uma das eleitas locais na Assembleia Municipal de Guimarães, quantas vezes esteve no auditório da Plataforma das Artes?
No auditório da Universidade do Minho tenho memória de a ver algumas vezes; no novo espaço da assembleia municipal vimaranense confesso que não me lembro de me cruzar com a eleita local.
Deve existir uma forte razão, de certeza, para esta ausência de Sónia, não deve?

Mesmo por aqui; ao pé da porta

foto: publico.pt
Álvaro Beleza, contesta no Diário de Noticias (14.08.21) “este sistema de jagunços, do nordeste brasileiro, como no tempo dos coronéis” que vai aparecendo em alguns locais deste Portugal tão bem retratado por J. Rentes de Carvalho no seu “Portugal A Flor e a Foice” (que aconselho vivamente pelo seu “olhar heterodoxo”).

Neste Portugal sem princípios, sonolento e convencido que o ontem é o amanhã, Álvaro Beleza não tem dúvidas: “não reconheço autoridade ética a dinossauros autárquicos que agora parecem virgens indignadas”.
Álvaro Beleza!
Alguém se lembra deste “jovem turco” que se 'meteu' entre Sampaio e Guterres, há uns anitos?

Hoje Álvaro Beleza é, indiscutivelmente, uma referência nacional.
E não é só na saúde, não.
Álvaro Beleza.
A política em Portugal jamais será igual quando forem postas em prática as suas ideias fulcrais!

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Sinais que ardem

Nem me vou referir à quantidade de personalidades socialistas vimaranenses que em maio apareciam eufóricas ao lado de [António José] Seguro garantindo “pelas alminhas” que era o futuro primeiro-ministro de Portugal e em julho, aquando da visita do mesmíssimo Seguro, estranhamente não foram vistos na comitiva.
Luis Cirilo, depois falamos, 14.07.31

Meu caro amigo Cirilo, como bem sabes, prefiro sempre tomar um café contigo ou ficar nas escadas da assembleia municipal numa cavaqueira curta, ou seja, nunca publicamente trocamos ideias.
Não resisto hoje.
Apenas para te dizer que, independentemente das dores que (também) já sentiste dentro do teu partido, estou tentado a assinar por baixo as tuas palavras sobre a visita do secretário-geral do meu partido a Guimarães, sabes?

Mata, mata e mata II

 
Nunca me foi dado o poder de julgar os outros, por isso, continuarei por aqui, olhando a estúpida estupidez dos vendedores de água que julgam dominar a nascente.
Coitados!
Nem sabem onde estão as pessoas que a bebe!

E não é que julgam que têm o poder de que nunca foram investidos?