quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Reduzir também é segurança

A câmara de Guimarães estuda a possibilidade de serem instalados semáforos no cruzamento da travessa da Ribeira, em Mesão Frio, um cruzamento perigoso que atravessa a ciclovia que liga as cidades de Guimarães e Fafe.
Não faço a mínima ideia se é viável ou não que por ali possa vir a existir sinalização semafórica, mas parece-me muito mais inteligente colocar umas lombas na estrada; sempre reduziam a velocidade dos automóveis.

E, depois, os semáforos nem sempre são respeitados. Principalmente por quem vai instalado comodamente ao volante.
No entanto, o que importa vincar é que é fundamental salvaguardar a segurança dos ciclistas. E o local é tremendamente perigoso para os amantes das bicicletas.

Vem cá toma!

foto: ironiadestado.net
1. Os recentes números publicados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) não só não enganam, como não devem deixar ninguém indiferente.
Na verdade, olhando para os indicadores do INE sobre a realidade da população portuguesa perde-se a respiração; o fôlego de quem olha o amanhã sem pessoas. Um futuro vazio.
É que perder quase meio milhão de jovens (entre os 15 e os 29 anos) em dez anos é de ficar com os cabelos em pé; assutado com o que aí vem. É de ficar em pânico com a ausência de um tempo que nos foge.

2. Na peça que Samuel Silva assina no jornal Público (14.08.12) é apontado um caminho para fazer funcionar o travão da saída dos portugueses mais novos: mais emprego.
Mas e os salários?
Os senhores do governo de Pedro e Paulo não querem saber disso para nada, pois não?

3. E nós? Continuamos a fazer de conta que o vento é sempre igual?

Escuridão no futuro

Título do Público, 14.08.12
foto: publico.pt
Num trabalho de Sérgio Aníbal no jornal Público da última terça-feira pode ler-se que para o Tribunal Constitucional os cortes na Segurança Social, para além de significarem visão de curto prazo do governo de Pedro e Paulo, são medidas precárias, ou sela, significa que o governo não tem sido capaz de “encontrar soluções alternativas permanentes que compensassem o impacto orçamental”.

O pior é que perante tal realidade lamentável; de bradar aos céus da realidade doentia que nos vai esmagando a precaridade da ação e da atitude dos portugueses é uma realidade doentia. Uma realidade de comodismo e apatia que mata.
Mas, ao que parece, os portugueses gostam do que vão vivendo; sentindo e sofrendo.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Olhar (local) do silêncio II

Em Guimarães, PS e PSD vão trocando comunicados relativamente ao problema que engloba a Tempo Livre, A Oficina e a Fraterna. (…) Nesta discussão até passa ao lado o fundamental.
Alfredo Oliveira, editorial, Reflexo, agosto 2014

Espirito santo de férias

O Espirito Santo caiu com fragor sobre nós. E, por muito que nos queiram enganar as nossas próprias autoridades, permanecerá muito tempo entre nós.
Augusto Santos Silva, Jornal de Noticias, 14.08.09
Entre o colapso do império Espirito Santo, as convulsões que a crie tem gerado em grande bancos e empresas, um governo moldado pela ‘troika’ e uma ressaca de três anos de austeridade e reformas forçadas, o certo é que Portugal vive hoje dias de rutura, de separação. Muito terá de mudar depois de tudo isto e é desejável que assim seja.
Helena Cristina Coelho, Económico, 14.08.08
E, chegado ao tempo do fim que não é o fim dos tempos, o Banco Espirito Santo foi secularizado e tornou-se quase uma heresia.
António Guerreiro, Ípsilon, 14.08.08
É agosto. O primeiro-ministro foi a banhos. Ricardo Salgado, ao que parece, também. Como sabemos? Porque, segundo publicado na imprensa, há banqueiros indignados com esse facto.
Ana Cristina Leonardo, atual, 14.08.09

A realidade Espírito Santo é estranha; perigosamente estranha.
E será que gosta de aparecer só nas férias?