quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Chave que carrega ao futuro

Segundo a revista mais guimarães, relativa ao mês de agosto, o vereador da câmara de Guimarães Ricardo Costa é uma pessoa frontal e direta – pelos vistos, “uma forma de estar na vida pública. Privilegiando a política proactiva”.
E o vereador vindo da outra margem do Ave para Santa Clara é pessoa que se recusa a ficar “sentado à secretária”, preferindo antes promover vistas e contatos com empresas do concelho, como forma de se inteirar dos problemas e necessidades das empresas.
Muito bem! Gosto desta forma de estar na vida pública.

A propósito, gostei de ver o Ricardo ao lado do secretário-geral do PS – que não sendo empresário, é responsável de um partido com responsabilidades no país – na visita ao que de bom há pela vila termal. A começar pelas obras de futuro.
Onde, também Ricardo Costa está.

Tomara que outros seguissem o exemplo do vereador Ricardo Costa!, sem medos de estar onde deviam estar.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Olhar do silêncio

foto: icrc.org

As democracias ocidentais e Obama preocupam-se muito com a Ucrânia. Convém não esquecer que, em Gaza, vivem pessoas!
Ademar Costa, Visão, 14.07.31

Mudanças populares

Grande curiosidade em seguir o trabalho da nova líder da bancada do PP na assembleia municipal de Guimarães.
Ângela Oliveira será diferente de Rui Barreira.
Também não é preciso muito! Será muito melhor.


O resto o tempo dirá.
Sublinho: grande expetativa na frente da bancada popular em Guimarães.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Portugal a morrer

A democracia exige um espaço público vivo.
Miguel Laranjeiro, Revista Politica (dezembro 2013)
A ONU avisa que Portugal pode regredir no índice de Desenvolvimento Humano – uma escala/índice que avalia o desenvolvimento humano em 187 países.
A ONU alerta que os cortes nos rendimentos dos portugueses “estão a levar a uma transferência de parte das despesas para os cidadãos o que, na opinião dos responsáveis daquela organização mundial, acaba por “aumentar de forma contraproducente a despesa com prestações sociais e por gerar iniquidades”, que são obstáculos ao crescimento sustentável ao mesmo tempo que aumentam o risco de crises económicas e financeiras.

Espero que só seja impressão minha, mas parece-me estar a ver tanta gente a esfregar as mãos de felicidade. Então nos partidos que sustentam o governo de Pedro e Paulo… sim, mesmo em Guimarães.

Não seria má ideia para estes fazer uma boa leitura do livro de J. Rentes de Carvalho “Portugal, a Flor e a Foice”. Bem sei que é de 1975 (muito embora só este ano tenha sido editado por cá) mas é tão atual.

Olhar (local) do silêncio

Com O Trabalho, podemos ver o papel central do trabalho na vida de Guimarães, na transição do século XIX para o século XX.
Samuel Silva, 2 (Público), 14.08.03