segunda-feira, 21 de julho de 2014
domingo, 20 de julho de 2014
Não devíamos falar de informação?
Debates entre António José Seguro e António Costa são transmitidos pela ‘Sic Mulher’ porque a luta entre ambos é apenas pessoal e sentimental.
O Inimigo Público, 14.07.18
A sério?
Mas… pensando bem é muito melhor do que se fosse na outra Sic, a noticias, onde só um dos antónios tem honras de permanência.
Que tempos negros cruzam Guimarães
Em Portugal, quando falta o pão investe-se no circo. Assim se disfarçam as carências e se mostra obra feita que não há.
Jorge Calado, atual, 14.07.19
A propósito da apresentação pública do livro “A imprensa periódica famalicense” – como gostava de ver esta realidade por terras de D. Afonso, principalmente no que concerne ao século XX – e onde o município de Famalicão homenageou José Casimiro Silva (um dos primeiros associados do Gabinete de Imprensa de Guimarães), Rui Lima entrevista Emilia Nóvoa, a autora do trabalho no semanário Cidade Hoje.
É uma entrevista interessente, principalmente para os famalicenses, terei que admitir. Mas também para quem se interessa pelas realidades (ou ilusões, pelos vistos quando se olha para Guimarães) do jornalismo.
Do jornalismo mais próximo das pessoas (se é que isso ainda existe nos tempos que correm).
Da entrevista a Emilia Nóvoa registo duas afirmações: “em Famalicão encontramos muitos e bons exemplos elucidativos de como a imprensa local impulsionou, de forma decisiva, o avanço de determinados projetos e ajudou a encontrar as melhores soluções para situações de difícil resolução”. Que saudades dos tempos em que isso acontecia em Guimarães!
E “a imprensa regional. Como é do conhecimento público, atravessa nos tempos que correm, uma fase muito critica, com o desaparecimento de muitos títulos”.
Pois é! Daí que, acrescento eu, sem medos e com o afastamento (demos-lhe nós os nomes que lhe dermos) de muita gente de qualidade, que vai fazendo coisas lindas.
Felizmente que, António Magalhães que voltou. A discussão tem outro encanto.
Nota de rodapé: é claro que há gente felicíssima com estes tempos negros que cruzam Guimarães.
sábado, 19 de julho de 2014
Importante indústria que é criação
Cindy Steiler
No âmbito da Contextile 2014, a norte-americana Cindy Steiler está numa residência artística em Guimarães; mais concretamente na Oficina.
E, diz que, agora que está a aprender o bordado tradicional de Guimarães, se está a ligar a eles, como no passado se ligou à família (avó e mãe).
Mas foi assim que cresceu a indústria têxtil?
Em suma: a reflexão sobre a importância da arte têxtil nas diversas formas de expressão e representação artística aí está.
Artistices de sacristia
A grande parte dos “turistas” sentados na Assembleia da República, mais parecem artistas de circo que homens mandatados para servir o povo.
Artur Soares, O Conquistador, 14.07.11
Mas quem terá dado – e insiste em fazê-lo – trela a este artista?
Quem nunca percebeu como funciona o mundo para além das paredes frias da sua sacristia sabe lá do que fala!
Nota de rodapé – Será com artistas destes que a igreja de Guimarães se afirma? É que, pode parecer estranho, mas este senhor é o único (suposto) fazedor de opinião residente no quinzenário católico vimaranense.
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