quinta-feira, 10 de julho de 2014

Depressa e bem há pouco quem


Estou convencido que alguma coisa ainda vai acontecer este ano, mas não na dimensão das necessidades da vila e do sonho do presidente de junta, que tem de aprender a lidar com a câmara e sobretudo com Domingos Bragança, evitando ficar encurralado. E desesperado.
Cândido Capela Dias, Reflexo, julho 2014

Olhar do silêncio

Pode ser que a troika e o Governo venham a alcançar tudo o que pretendem. Mas seguramente que, ao contrário do que dizem, no final não teremos melhor Estado mas pior Estado.
Nicolau Santos, Expresso (Economia), 14.07.05

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Nada como os bons exemplos

Foi um mês em que tanto Caldas das Taipas como Guimarães condecoraram pessoas e associações que se destacaram pelos serviços prestados à vila ou ao concelho.
Alfredo Oliveira, editorial do Reflexo, julho 2014

Sabe bem, não sabe?

Não votes no escuro, vota Seguro”. Aqui está o nosso primeiro contributo desinteressado para as primárias socialistas.
Jorge Fiel, subdiretor, Jornal de Noticias, 14.07.05

Ui! Que incitamento!
Há sempre quem olhe – na imprensa portuguesa é cada vez mais raro –, para o futuro.

terça-feira, 8 de julho de 2014

Descentralização? Pois então

José Bastos, o vereador da Cultura na câmara de Guimarães quer “uma efetiva descentralização cultural” em terras de D. Afonso.
Daí que o município vimaranense esteja fortemente empenhado em criar um projeto – que, pelos vistos, avançará já a seguir às férias – que leve uma nova dinâmica cultural às freguesias. Uma dinâmica que comece, ainda que lentamente, a ganhar uma rotina própria, local e com identidade muito peculiar. Vindo de quem vem esta ideia não me surpreende nem um bocadinho.

O que me pode surpreender (ou não!) é a recetividade que alguns presidentes de junta, sempre prontos a disparar baba e ranho (é assim que se diz, não é?) contra o que se faz em Santa Clara, dirão. Ou farão. Como reação a esta excelente ideia de descentralização cultural.
Estou a ver coisas lindas a acontecer em terras vimaranenses. Palavra que estou!
Olha!, por exemplo, a mostra de teatro amador. Ou um festival que tire as bandas da garagem; os vencedores até viriam à cidade. (está explicado o à sombra de deus).