sábado, 5 de julho de 2014

Dores futuras

Taxa de natalidade portuguesa mais baixa da Europa significa que no Mundial de 2020 apenas apresentaremos uma equipa de 7.
O Inimigo Público, 14.07.04

Capital verde em linha

A segunda edição do congresso mundial de história do Ambiente – mais uma vez a Universidade do Minho a dar cartas! (desta vez pela ‘sua’ Escola de Ciências)– será em Guimarães.

A partir da próxima segunda-feira e até ao dia 14, isto é, uma semana depois.
Terá lugar em vários locais de referência de Guimarães, trazendo até terras de D. Afonso cientistas, investigadores e especialistas de diferentes campos do saber e do conhecimento.
Uma dessas presenças é a de Mohan Munasinghe, um indiano responsável pelo Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas da ONU, uma instituição que luta pela preservação do Ambiente e que recebeu, com Al Gore, antigo vice-presidente dos Estados Unidos, o Prémio Nobel da Paz em 2007.

A ideia deste encontro (com esta dimensão) em Guimarães não é só muito interessante, como é, claro!, um sinal de que se quer aprender com quem sabe. Percebe-se que há por aí preocupações com a tão desejada capital verde.
É um bom princípio.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Eterno instante

No documento de trabalho que estará na base ao Sínodo dos bispos sobre a Família, a decorrer em outubro próximo no Vaticano, e muito embora se vinque que “não haverá mudanças doutrinais”, fica claro que a igreja católica “deve julgar menos e ser mais acolhedora para com os fiéis que vivem em situações contrárias à sua doutrina, sejam os casais homossexuais, sejam os divorciados que voltam a casar”.
É uma mudança. Pequena, mas é.
Pode ser que seja uma janela a manter aberta. E deixa entrar um pouco da brisa refrescante que vem sacudindo a igreja católica.

Ó Guimarães!

Há títulos (nos jornais) que metem medo; outros que ousam provocar o mais pacato dos leitores.
Não?
Reparemos neste do Correio do Minho (14.06.28): Feira Afonsina precisa de ‘Homens de Armas’

Então em Guimarães já não há homens de armas?
E de guerra?

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Realidade no inferno

foto: expresso.sapo.pt
Felizmente que o país pode contar com Soares dos Santos para colmatar este défice [de elites] – e para chamar mentirosos aos políticos que não cumprem as promessas. Felizmente que Soares dos Santos toma decisões empresariais tendo em conta os interesses do país. E que disponibilizou assistência jurídica para os seus trabalhadores saberem gerir os ordenados de 700 euros. É desta massa que se faz a verdadeira elite nacional.
Nicolau Santos, Expresso (Economia), 14.06.28

Será por isso que «a tesouraria do grupo Jerónimo Martins será transferida para Genebra porque a banca não dá resposta”»?