sábado, 14 de junho de 2014
sexta-feira, 13 de junho de 2014
À sombra de deus
José Bastos, o vereador da Cultura na câmara de Guimarães, não tem dúvidas de que o Barco Rock Fest é “um festival com potencial para se afirmar no panorama musical”.
Mesmo que José Bastos vinque que aquele festival nas margens do Ave em São Cláudio de Barco “tem que ser trabalhado” – totalmente de acordo; afinal foram lançadas sementes (muitas delas excelentes) que importa voltar a deitar á terra da realidade musical vimaranense –, a verdade é que o Barco Rock Fest pode ser uma marca diferente do que existe habitualmente em Guimarães.
O também vereador com responsabilidades sobre o centro histórico de Guimarães sabe bem do que fala. Então a ideia do BRF permitir “estabelecer ligação com o projeto das salas de ensaio do Teatro Jordão” é fabulosa.
Acredito que, não tarda temos também em Guimarães muitas sombras de deus.
quinta-feira, 12 de junho de 2014
O inimigo espera; à beira do silêncio da noite
Manuel Ribeiro, muitas vezes – mesmo que muitas delas não concorde com o que escreve – publica textos que me fazem pensar; opiniões que tiram da normal apatia com que olhamos os nossos dias.
Mas o seu “os pontos nos iii’s” da última edição do Reflexo, não tem ponta por onde se lhe pegue. Então aquilo que o governo de Pedro e Paulo fez (ou se preparava para fazer) ao hospital de Guimarães “é um problema de Guimarães”?
Valha-nos – para quem acredita – o S. Pedro!
Por mim prefiro continuar a olhar para a voz do povo: “nem tudo o que luz é ouro”.
Porquê? Ora porque, diz o mesmo povo: “a palavras loucas orelhas moucas”.
É que, depois, já era. A não ser, e isso não poderá estar na cabeça de Manuel Ribeiro, de forma alguma, que haja alguém que queira que Braga cresça; à custa dos nascimentos de vimaranenses.
Coisas que me tiram o sono
Expresso, 14.05.31
Há títulos que me assustam. Perdão!, que me despertam para o mundo real.
Daí que, voltando ao semanário Expresso, e lendo
«segundo a procuradora-geral da República, existem “apenas duas investigações no MP [Ministério Público] sobre negócios militares”»
ou seja e puxando o titulo da peça jornalística, “só há casos judiciais da época de Portas”,
só posso afirmar:
Que país!
Que vergonha!
Assim não!
Quando mudamos
de políticos?
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