quinta-feira, 17 de abril de 2014

O desejo como sintoma de dor

Cavaco Silva na última sexta-feira desfez-se. Em coisas e mais coisas. Para endeusar Durão Barroso – aquele senhor que abandonou Portugal e se escondeu algures por Bruxelas – que, para vincar o seu verbo vazio e pronto a iludir os mais incautos, trouxe um camião de comissários; daqueles que em Bruxelas (dizem que são extraordinariamente extraordinários) falam e decidem sem conhecer as realidades que matam as pessoas.

Marques Mendes, no sábado, na SIC, em três penadas simples, diga-se de passagem!  matou tudo; os exageros de Cavaco e toda a encenação que teve cobertura do presidente da República de Portugal. Foi demais! Ah! faça-se politica com dignidade; perpassou nos ecrãs da SIC.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Tempo de crueldade

Falta estacionamento em Guimarães?
Falta mesmo?!

Só pode falar em tal coisa quem não quer estacionar em S. Francisco. Não!, não é no aparcamento do centro comercial com o mesmo nome, ali no Campo da Feira, é mesmo no largo entre o cruzeiro (mesmo por baixo do jardim da Alameda) e a igreja de S. Francisco.

E gastou-se tanto dinheiro na reconversão daquele espaço lindíssimo!
Há já tantas pedras partidas!

Quando for preciso restaurar quem paga, quem paga?

Pergunta inocente


Se o escritor José Rodrigues dos Santos não vendesse tanto como vende, principalmente em hipermercados, o jornalista José Rodrigues dos Santos não estaria já dependurado na estaca da opinião pública que seca tudo e todos num instante eterno; mesmo para além das aves de rapina?

terça-feira, 15 de abril de 2014

Silêncio da semana

Quando vejo algumas coisas que reportam ao passado serem discutidas, e sabendo que só eu as defenderia à minha maneira, gostaria de saltar da mesa para as bancadas e posso fazê-lo de acordo com o regimento, mas também interiorizei que isso não deverá ser prática corrente.
António Magalhães, Mais Guimarães, abril 2014

Um país que morre

Jorge Moreira da Silva apresentou na última quinta-feira as novas regras para ressuscitar a mobilidade elétrica em Portugal. É verdade que são regras diferentes das que o anterior governo tinha, mas não deixa de ser um passo fundamental rumo ao futuro. Português e do planeta.


Esperemos que este tirar da gaveta de uma necessidade premente para Portugal não volte outra vez para um espaço fechado a sete chaves. Como aconteceu logo que o atual governo entrou em funções.