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quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Turismo com marca

foto: visitazores.com
As comunidades intermunicipais (CIM) do Ave, do Cávado e do Alto Minho resolveram juntar uns tantos trapinhos, numa forma a que deram o nome de Naturminho. Pelos vistos, a ideia é “colocar o minho no mapa do turismo da natureza”.
Está bem!
Deste primeiro encontro a três, para já, importa e por mim, destacar as palavras de Júlio Pereira, responsável pela CIM do Alto Minho: “a parceria entre as três CIM é singular, assim como a oportunidade de fazer parceiros com atores privados”.
Amanhã veremos. Os atores privados devem estar encantados!

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Reconhecimento de classe

foto: uminho.pt
O Laboratório 3Bs, que a Universidade do Minho tem ali em Barco, no Avepark, acaba de receber uma confirmação mais do que justa: a Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) classificou-o de excelente.

Excelente notícia!

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

O sucesso nem sempre é o trabalho!

foto: publico.pt
Rui Moreira, presidente de câmara do Porto, não tem papas na língua e, à boa maneira nortenha, não poupa nas palavras: o novo quadro comunitário corresponde a uma “forma absolutamente desavergonhada de concentrar recursos numa cidade-estado”, diz.
E não é que Rui Moreira está totalmente vestido de razão?!
Vinque-se, pois, o seu grito: “é assim que o Porto, o norte e o país perdido têm sido tratados”.

E nós, nortenhos sempre prontos a defender de forma calendarizada as nossas necessidades, vamos esperar para quando para dizer que o centralismo lisboeta nos mata sempre; lenta e discretamente, discriminada e abusivamente?
Ah!, diz Rui Moreira que o COMPETE (a que o governo pomposamente chama de programa operacional fatores de competitividade) é “um rapto de fundos que deviam ser destinados às regiões de coesão”.

Caramba!

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Matar a estrada da morte

foto: local.pt
Guimarães vai gastar na ordem dos dois milhões se seiscentos mil euros para, dizem-nos, “travar a morte” na via intermunicipal (VIM) que liga Joane a Vizela, atravessando os concelhos da região do Ave.
Percorrendo como percorro sistematicamente esta via fundamental da região, considero que os custos que possam fazer da VIM uma estrada normal nunca serão demais. Já por lá vi coisas demais!
Fico contente, pois, com a excelente proposta que a autarquia vimaranense apresentou recentemente. Obras a sério!
Eu sei que em Vizela e Santo Tirso já há separadores centrais. Aguardo a novidade vimaranense para ver as diferenças.

Ah!, é verdade! Ainda há pouco tempo Paulo Cunha anunciou obras na mesma estrada, mas no concelho de Famalicão. Foram feitos uns remendos que já se romperam e tornaram a estrada ainda mais estranha. Espero que Guimarães, no mínimo, não fique mal ao lado de Vizela e Santo Tirso.


Estou em total sintonia com Domingos Bragança, presidente da câmara de Guimarães: aquela estrada, construída noutros tempos (dizem que de ‘vacas gordas’) precisa de uma intervenção de fundo que a torne a via que aproxima as pessoas e alimenta a economia da região.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

O PSD e a Universidade do Minho


1. Da última assembleia municipal (AM) de Guimarães recordo uma intervenção. Importante. Para Guimarães. Para a região. Foi José João Torrinha, líder parlamentar do PS, que a fez. A propósito dos 40 anos da Universidade do Minho (UM).
Começando pela bela realidade que é a UM na cidade – “Guimarães pode orgulhar-se de ter a funcionar no seu território uma universidade que, sendo ainda jovem entre os seus pares, lidera os rankings nacionais das melhores universidades do país e os internacionais das portuguesas no mundo” – José João Torrinha mostrou as dores que lentamente vão tentando destruir esta instituição: apesar de ser um caso de sucesso, existem “algumas nuvens” que “ensombram o futuro” da UM.
É que, corte atrás de corte, o governo de Passos e Portas, para além dos “cortes aplicados nos últimos anos” e da instituição liderada por António Cunha cumprir “com os garrotes orçamentais que lhe são impostos”, o governo de direita faz tudo para que sejam das “novas voltas no garrote” e se aperte “mais um pouco o pescoço de quem já tem falta de ar”.

2. Depois Torrinha, lembra que “durante anos” os vimaranenses ouviram “a oposição mais à direita a criticar” a autarquia de Guimarães, “dizendo que vivia de costas voltadas para a UM”. Recordou o que Ricardo Rio, ali ao lado, em Braga, e durante a última campanha para as autárquicas, criticou “o executivo bracarense por ter uma relação distante da UM, dando o exemplo da atitude contrária” o município de Guimarães.
E recordou o que o PSD disse numa das últimas AM de Guimarães: “cuidado, senhor presidente, que com tanta parceria a UM está a aproveitar-se da câmara”.

3. Felizmente que quem está sempre a criticar porque sim, não está onde tanto diz querer estar. Muito menos com os pés no futuro.
Felizmente que na câmara de Guimarães e na UM há tanta gente a agarrar o futuro todos os dias!
Felizmente que, como muito bem recorda o líder parlamentar do PS na AM vimaranense, “a pareceria com a UM é estratégica e não se desvia do caminho” que foi escolhido por Domingos Bragança para o concelho de Guimarães.

4. Ah! Recordo um título recente do Correio do Minho (14.12.16): “UM vai sofrer corte de 1,2% na dotação do Estado”.

Que dirá o PSD de Guimarães?

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Olhar (local) do silêncio

Neste momento, a questão que se coloca não é tanto o que o Avepark pode fazer pelas Taipas, mas sim, como as Taipas podem potenciar o Avepark para acentuar a sua ligação à universidade, incrementar a investigação, desenvolvimento e inovação que pode ser efetuada a partir daqui e contribuir para internacionalizar a economia da região.
Miguel Oliveira, Reflexo, dezembro de 2014

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

É urgente saber o que se passa

Miguel Laranjeiro exige “saber critérios” das dispensas na Segurança Social em Portugal.
É verdade! O deputado eleito pelo PS no distrito de Braga quer saber “qual o citério utilizado” para definir o fim de muitos (postos de trabalho) lugares de trabalho em Braga. E, parece, que muitos por Guimarães.

Sim, Miguel Laranjeiro quer que Rui Barreira (em parceria com Mota Soares, é verdade, mas, já dizia a minha mãe que quando se faz a panela se faz o testo para ela) explique o que anda a fazer no distrito bracarense, no que ao futuro de muitos trabalhadores ligados à Segurança Social diz respeito.

Como conheço muito bem o Miguel não tenho dúvidas de que irá até ao fim nesta sua intenção de clarificar tudo e mostrar o que se anda por aí a cozinhar na destruição de amanhãs em muitas pessoas. E conhecendo-o como conheço não duvido que manterá o seu olhar atento, mesmo que possa ir sentido coisas estranhas ao seu redor.

Será a altura de se perceber muito bem o que Rui Barreira anda a fazer por aí; uma pessoa que não tarda, terá que pedir perdão ao futuro pelo que anda, no presente, a desenhar para o futuro, e – caramba! –, com uma cara angélica que não deixará de assustar os mais crentes; mesmo que faça de conta de que nada se passa.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Saber olhar o futuro

A indústria têxtil no vale do Ave está bem e recomenda-se. Há (já não são apenas sinais, mas) realidades muito boas que garantem que a região continuará a ser uma referência no que à indústria têxtil diz respeito. Em Portugal. E na Europa.

Em face desta realidade feliz; excelente e motivadora, não restam dúvidas de que o regresso pelo interesse na licenciatura em engenharia têxtil no minho não me surpreende. Mesmo contra a correte nacional.

Bairrismos à parte, confesso, não apenas uma grande respeito pessoal pela diretora do departamento de engenharia têxtil, como manifesto a grande admiração pela teimosia e certeza que o minho tem em promover e continuar a apostar no curso de engenharia têxtil.

Aposto que, não falta muito tempo, alguns dos atuais licenciados sem emprego voltarão à UM para pegar no têxtil.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Amanhã sorridente

foto: maisfutebol
Ups! Grande malha!
Uma parceria entre a clínica Espregueira Mendes e o Grupo 3Bs está a desenvolver o centro de investigação básica da FIFA.

Já sabíamos há uns tempinhos, mas é sempre bom ver bem vincados os bons exemplos
Espera-se que o próximo ano – que vem já ali – nos mostre, de facto, o que se repete por agora.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Pouco menos do que a realidade mórbida

Torcato Ribeiro, no período de antes da ordem do dia, na última reunião do executivo municipal vimaranense, perguntou qual será (é) a opinião da câmara de Guimarães sobre o adiamento da dissolução de uma das associações de municípios que já foi referência em Portugal, mas que agora está morta e estende o seu fantasma para além da normal normalidade dos dias, a associação de municípios do vale do Ave (AMAVE).
Resposta (depois de muitas variáveis): “existem, muitos processos a seguir trâmites nas vias judiciais”.

Ui! Amanhã quando, não se sabendo quem liquida em comissão própria, não haverá quem tenha mão nas palavras – seja de que dimensão for, sobre uma associação que foi excelente; foi morrendo e, moribunda, faz de conta que amanhã ainda se fazem coisas.

Vultos feitos penumbra

Escreve Paula Maia no Correio do Minho que cerca de “400 funcionários do Centro Distrital de Segurança Social de Braga protestaram” na última quarta-feira “contra a requalificação que o governo está a colocar em marcha”.
O diário bracarense não tem dúvidas sobre o que o ministro da mota e o vimaranense que destrói o que resta de segurança social no distrito de Braga vêm fazendo.
Ah! Está em curso um processo de requalificação que é “um despedimento encapotado”.
Leitura correta do diário bracarense.

Importaria, pelo que significa para a região, perceber onde (e como se posicionam) andam Ricardo Rio e André Lima.

Não basta fazer de conta que se está a trabalhar no futuro da região – Perdão! É o que certa retórica parece querer fazer passar. Importa olhar, por favor, para a destruição das pessoas que acreditaram na boa fé das palavras bonitas. Como as que foram dirigidas aos trabalhadores de Pevidém, ou melhor, do infantário local.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Permanência no topo

foto: blogdominho.pt
Por que razão Guimarães ganhou o prémio “Município Região Norte”?
Prémio “Município Região Norte” o que é isso?
Muito simples: a Universidade do Minho nunca dorme em serviço; por ali não só se está atento ao que de bom se pode fazer, como se lançam parcerias, promovem trabalhos conjuntos; enfim, leva-se a universidade aos dias das pessoas.
E…
Ah! Perdão! A Plataforma das Artes e da Criatividade que existe ali onde antes era um mercado, arrecadou o prémio município do ano, relativo ao ano em curso. O prémio, falta dizer, é o UM-Cidades.

Como vimaranense estou duplamente feliz: a universidade da minha região prova que sabe o que e faz o que sabe muito bem.
A minha cidade ganha a confirmação que todos já sabemos: olha o futuro sem se apagar o passado.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Atlântico unido

foto: bragatv.pt
Espero para ver o que vai ser o caminho cultural do Atlântico, muito embora esteja convencido de que as quinze cidades portuguesas, francesas e espanholas que já se haviam encontrado na Galiza, sejam capazes de agitar alguma apatia.
Mas o facto de o vereador da Cultura de Guimarães, José Bastos (como gosto da sua pose fotográfica ao lado de Ricardo Rio, denotando como a cultura em Guimarães há muito entrou em velocidade de cruzeiro, quando em Braga ainda precisa da mão presidencial para sair de um labirinto que fere os bracarenses!) estar à frente deste desafio internacional, dá garantias de que haverá novidades na ação.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Rede com buracos

foto: esquerda.net
O presidente da câmara municipal de Famalicão, que “falava ao primeiro-ministro de Portugal”, quer que “a solução para o crescimento económico” de Portugal se faça “com medidas estruturais de fundo, onde todos devem dar o seu contributo”, escreve o semanário famalicense Cidade Hoje (14.10.23) a propósito da visita de Pedro Passos Coelho a algumas empresas famalicenses.

Confesso, desde já, a minha ignorância. Que raio vem a ser isso de “medidas estruturais de fundo” para um governo que não sossegou enquanto não matou todo o setor empresarial público?
Será que o contributo de todos, de que falava Paulo Cunha, tem mais a ver com o pagamento de ações privadas com dinheiros públicos?
E o senhor presidente da câmara de Famalicão deve saber muito bem do que fala! Afinal é homem de falar ao primeiro-ministro do meu país!

Espera lá! Estou completamente fora de contexto. Afinal o “vale do Ave quer reduzir mil pobres até 2020” (título do Diário do Minho, 14.10.28)
Estava mesmo enganado.
Comparemos então: “cortar a eito nas prestações sociais pode abrir uma ferida difícil de sarar a longo prazo” (editorial do jornal Público (14.10.28)

Pois!
Deve ser por isso que “todos devem dar o seu contributo”.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Paixão pela emoção

Guimarães não para de meter a cabeça onde tem que meter e seguir em frente e, vai daí!, diz que “desenvolvimento económico sustentável, empreendorismo, emprego e internacionalização” são formas de negócio e de olhar o futuro.

Não sei se são ou não, mas sei que se fecharmos as portas da nossa casa ninguém quer saber de nós. E corremos o risco de ser abandonados ou ignorados.

sábado, 25 de outubro de 2014

Ontem já sabíamos

A Comissão Nacional de Eleições (CNE) disse ao candidato pela coligação de direita “juntos por Guimarães”, André Lima, que se devia “abster de na véspera do dias das eleições publicar conteúdos propagandísticos”.
Até que enfim! Tardou, mas os senhores que deviam fiscalizar tudo o que às eleições em Portugal diz respeito, foram contundentes: o líder laranja tem que ouvir; ler, sentir, acalmar e esperar.

Mais comentários? Agora eles não importam nada, os eleitores de Guimarães já disseram tudo. E muito antes da CNE.

É curioso a forma como os eleitores leem as coisas mais simples. E não arquivam nada, por via das dúvidas.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Reitor dos reitores

foto: lusonoticias.com
Escreve Samuel Silva (Público, 14.10.15) que “nos próximos três anos [António Cunha] será o reitor da Universidade do Minho e líder” do conselho de reitores das universidades portuguesas (CRUP).
E como se reage a coisas lindas como esta?
Por mim, limito-me a ser o mais direto e natural possível: gostei muito de o conhecer. Cumprimentos magnifico reitor! E felicidades.

Ah!, sabe senhor reitor que sou dos que acredito que tem toda a razão quando afirma que “o nosso problema não é ter instituições a mais, mas estudantes a menos no ensino superior”. (Expresso, 14.10.18)

sábado, 18 de outubro de 2014

Vamos lá


A Comunidade Intermunicipal do Ave (CIM do Ave) trabalha numa plataforma (go.Business) com o objetivo de “promover e divulgar estabelecimentos de modo a dinamizar o território e colocar à disposição de potenciais empreendedores e empresários informação comercial”.

Gosto da ideia.
Muito embora a rede já vá tendo muita informação nesta área, é sempre bom que alguém, ao nível local, vá dando conta das realizações boas que povoam um território que nunca se rendeu ao imobilismo.

E quando assim é todos temos razões para continuar a sonhar; perdão!, para acreditar no futuro.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Novo caminho nas Taipas

foto: centro social padre manuel joaquim de sousa
Há uma nova realidade nas Taipas; uma realidade que vai dar uma ajuda enorme as todos aqueles que nos trouxeram até aos dias violentos – não têm culpa, coitados! – que nos vão matando.
Pelos vistos, esta nova realidade é fruto de “um longo e difícil caminho”.
Acredito nestas palavras de Ricardo Costa.
Espero que o caminho futuro seja um caminho feliz, calmo, direto às dores de quem sofre. Afinal, o futuro também terá outros idosos.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Todos os dias a música é companhia *


Ups! Pensava que não voltava a ver a verdade; a realidade musical que atravessou Guimarães nos últimos anos está viva.
Felizmente, e como escreve Samuel Silva no Público (14.09.25) Guimarães volta a ter uma orquestra clássica.

Obrigado por existir na minha cidade quem seja capaz de dar – logo no dia mundial da música – provas de que há coisas belas.

* Hoje é o dia dela.