segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Vem cá toma!

Quando não houver água
Beberei a terra
Casimiro de Brito, in Subitamente o silêncio
 Há coisas que não compreendo, por mais esforço que faça; por mais que gaste os meus neurónios; ou então eles é que já não me ajudam, não é?
Palavra que ler que uma entrada paga “triplica número de visitantes”, faz de mim um coitado de um analfabeto que deixa de acreditar na verdade oficial.
Mas, devo ser eu que estou mais velho do que a Sé de Braga; mesmo que me tentem dizer que ali “foi implementado um sistema de visitas guiadas nas línguas mais faladas da Europa”.

Um dia; um belo dia, quando a ilusão já não for o que pintam certos doentes da ilusão, eu estarei com o Casimiro. Não, não é meu conterrâneo, é mesmo um fabuloso poeta.

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