segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Sem manias de realeza

Ainda não acredito em algumas delas [pessoas] e sinto-me menos sozinho com elas do que com as libelinhas e os caranguejos.
Valter Hugo Mãe, E, 15.09.26
1. A política é, sempre foi ao longo da história dos homens, uma coisa tipo casa de alterne. Na política cabe tudo; até o parvo que insiste em dizer que é um deus; o deus da salvação da Humanidade.
Com o passar dos dias; acordamos dos sonhos e do sono em que nos querem manter e vemos, com cores violentas, que há deuses em todo o lado. O melhor é deixarmo-nos com os novos demónios. São violentos; parvos até. Tiram o sono, mas – porra! – são sinceros; não criam; cenários.

2. É domingo. Hoje não quero subir ao centro da cidade. Não estou cansado; pelo contrário! Mas odeio ser enganado por desejos parvos ou por encenações baratas.

3. Nestas coisas de campanha eleitoral, Guimarães – a cidade que adoro –, pelos vistos, só tem direito a uma arruada. Ai o gajo!

4. Sabes, diz-me um amigo aqui mesmo ao meu lado, qual é uma das vantagens que encontro em viver? Pensar; por mim. E não me deixar iludir com arruadas onde a pressa nem é capaz de mostrar quem vai lá dentro. As bandeiras agitam-se muito e ninguém vê nada.
Sempre gostei de amigos.

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