segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Olhar (local) do silêncio

Este ano não houve nada marcante. Para além das tradicionais paixões arrasadoras, das festas glamorosas nas discotecas in, das separações depois de dois ou três meses de uma paixão tórrida. (…) O Barco Rock Fest, a par do esforço e dedicação do Movimento Artístico das Taipas (MAT), infelizmente não conseguiu ultrapassar o cabo Bojador.
Alfredo Oliveira, editorial, Reflexo, setembro 2015

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