segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Declaração de desejo para dissecar a alma

Se não nos pomos ao alto, esses algozes acabam-nos com tudo.
José Cardoso Piores, in O hóspede de Job
A Universidade do Minho (UM) alterou o seu regime de gestão, passando a ser uma coisa com o nome pomposo de “fundação pública de direito privado”.
Caramba! Que estrondo de designação!
Infelizmente isso, o nome, até é o que menos conta. O que vem a seguir nos custos para futuros alunos e na falta de apoios de um estado centralista (que devia valorizar a qualidade dos seus cidadãos) é que é preocupante. E isso conta; imenso.
Ah! Importa registar as palavras do reitor, da UM, António Cunha na receção aos 2.500 novos alunos daquela universidade: a “esperança no nosso futuro coletivo que será construído com as vossas competências e o vosso compromisso. A formação de Portugal como local de oportunidades e de bem-estar, no contexto internacional cada vez mais competitivo, que requer de cada um de nós um claro compromisso com a educação superior”.

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