quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Consciência incómoda

A noite vela-se
como quem ama por dentro
Marta Duque Vaz, in Aclive
foto: assembleia de guimarães
Os “colóquios para a cidade” foram, na sua primeira edição, um murro no estômago (cada vez mais crescido, crescido, caramba!) da indiferença com que, por terras vimaranenses, se faz de conta que se discutem as agruras dos dias ou os caminhos do futuro.
Sem, eu sei muito bem que lá em baixo na Gil Vicente a ASMAV vem fazendo um excelente trabalho de reflexão sobre o que mata os dias e como se trilham os caminhos do futuro, mas os “colóquios para a cidade” não ficam atrás nesta reflexão. E têm uma diferença – principalmente na ação – nascem de vários lados da sociedade vimaranense.
Ah! A segunda edição destes colóquios vai trazer para a discussão “regiões e desenvolvimento regional”.
É bom! E, por mais que alguns agarrados a feudos, digam o contrário, fundamental num país centralista.

Sem comentários: