quarta-feira, 2 de julho de 2014

Rosto na cidade (e no futuro)

A ideia de medalhas de honra de Guimarães faz todo o sentido.

Já a ideia de cidadão de Guimarães é coisa para se conversar.

De qualquer modo, e definição à parte, o facto de Rui Reis – o investigador português com mais publicações cientificas – ser reconhecido da forma como foi no passado dia 24 de junho, é um ato justíssimo.

Não é só por ser vice-reitor da Universidade do Minho – uma realidade que toma conta de Guimarães e a leva nos braços do futuro –, não, é porque Rui Reis levou (leva) Guimarães para além do Toural, Santa Clara ou Azurém. Rui Reis disse ao mundo que em Guimarães não se brinca em serviço quando se trata de abrir as portas do porvir.

Lembro-me muito bem das palavras do senhor professor Rui Reis no encontro em Vila Flor no Novo Rumo para Portugal e ao lado de António José Seguro (parece que foi há tanto tempo! e só passaram cerca de quatro meses) que a única realidade aglutinadora do Minho é a Universidade do Minho.
E é.

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